Editorial

A eleição é logo ali

20 de Setembro de 2019 - 05h00 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Em duas semanas o Brasil estará a um ano do primeiro turno das eleições para prefeitos e vereadores. A distância no calendário, porém, é enganosa. Nos municípios, o processo está em pleno andamento, com conversas, análises e articulações para montar a melhor estratégia de 2020. De um lado, quem cumpre o primeiro mandato e buscará a reeleição - do prefeito ou de seu grupo -, e do outro, a oposição ou aqueles que se enquadram na chamada terceira via.

Em Pelotas, entre os principais colégios eleitorais do Rio Grande do Sul, até o mês de agosto desse ano o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) registrava 237.735 eleitores aptos a participarem das eleições. A maioria, do sexo feminino (129.716). Do sexo masculino o número chegava a 108.019. Diferença - de 21.697 - significativa a quem se prepara para discursar nos próximos meses e apresentar à população um cronograma de projetos à cidade.

A maior fatia de eleitores se concentra na faixa dos 25 aos 59 anos em Pelotas. Eles são 45.760 (25 a 34 anos), 44.471 (35 a 44) e 60.931 (45 a 59 anos). A quarta maior fatia representa o público que já chegou à terceira idade. Aqueles entre 60 e 69 anos são 33.823 pessoas. Pode ser considerada baixa a representação adolescente. Com idades entre 16 e 17 anos são 641 eleitores no município.

Quando o tema é eleitor filiado, as estatísticas dão outro olhar ao pleito. Pouco mais de 10% de quem pode votar está ligado a uma sigla: 30.881. Mobilizá-los em uma campanha, porém, é outro desafio, uma vez que nem todos costumam ser, de fato, cabos eleitorais. Os cinco partidos com mais filiados são MDB (6.740), PDT (5.060), PP (3.636), PT (2.388) e DEM (2.333). O PSDB, atualmente à frente da prefeitura, tem 2.044.


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