Alerta

Vigilância Ambiental de Rio Grande denuncia falsos agentes de endemias

Pessoas estão se passando por agentes para tentar vender produtos para combater o mosquito no Cassino e no bairro Universitário

14 de Junho de 2022 - 18h32 Corrigir A + A -
Os verdadeiros agentes não vendem nenhum produto, nem cobram por qualquer serviço. (Foto: Richard Furtado - PMRG)

Os verdadeiros agentes não vendem nenhum produto, nem cobram por qualquer serviço. (Foto: Richard Furtado - PMRG)

Além de combater o mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, os agentes de combate a endemias no município do Rio Grande estão enfrentando outro problema: os falsos agentes. Essa tem causado transtornos, tanto para os moradores como para os verdadeiros profissionais.

Conforme denúncia feita para a Vigilância Ambiental pessoas tem se passado por agentes e tentado vender produtos para combater o mosquito. “Fomos informadas que alguns indivíduos estariam se passando por agentes de endemias e ofertando produtos que, supostamente, iriam eliminar o aedes aegypti, evitando a dengue”, diz a coordenadora da Vigilância, Márcia Pons.

Os casos foram aconteceram no balneário do Cassino e no bairro Universitário, próximo à FURG. A coordenadora esclarece que os verdadeiros agentes não vendem nenhum produto, nem cobram por qualquer serviço.

Uniforme e crachá
Os serviços são públicos e gratuitos e nenhum valor é cobrado. Outro dado a ser observado é que os verdadeiros trabalhadores estão sempre uniformizados e identificados com crachás da Vigilância Ambiental. Em caso de dúvida, o morador deve ligar para mais esclarecimentos pelo (53)3233-7289.

O produto utilizado pela Vigilância para eliminar a larva do mosquito é o larvicida, repassado pelo Ministério da Saúde via 3ª Coordenadoria Regional de Saúde. O material é colocado em depósitos que não podem ser retirados ou virados.

Os agentes realizam as visitas às residências para orientar moradores sobre os cuidados e o combate ao mosquito, como por exemplo não se descuidar de materiais que possam acumular água e tratar os depósitos, que não podem ser retirados do local, como caixas d’água, ralos e piscinas.

Atualmente Rio Grande contabiliza 73 focos do mosquito e 24 notificações de casos suspeitos, sendo quatro com resultados positivos, todos de pessoas que viajaram para localidades endêmicas no Rio Grande do Sul.


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