De volta

Rio Grande retoma projeto que integra secretarias para atendimento às pessoas vulneráveis

Saúde, Segurança, Assistência Social e Procuradoria Jurídica, junto com o sistema municipal de informações, irão voltar a trabalhar juntos para atualizar documentações e dados de famílias fragilizadas

06 de Maio de 2022 - 20h03 Corrigir A + A -
A proposta é utilizar um sistema informatizado que irá monitorar e avaliar o atendimento às pessoas e suas famílias prestado nestas diversas áreas pelo Executivo (Foto: Roger Rosa - PMRG)

A proposta é utilizar um sistema informatizado que irá monitorar e avaliar o atendimento às pessoas e suas famílias prestado nestas diversas áreas pelo Executivo (Foto: Roger Rosa - PMRG)

Em reunião realizada com órgãos do governo de Rio Grande, na sede da Secretaria da Saúde, foi discutida a retomada e realinhamento do projeto de integração da rede de atenção às pessoas em situação de vulnerabilidade no município. O encontro ocorreu nesta quinta-feira (5) com a participação das secretarias de Segurança, Assistência Social e Saúde, Procuradoria Jurídica e o sistema municipal de informação.

A proposta, com essa primeira discussão, foi retomar o projeto apresentado ainda em 2011, que ao longo dos anos foi sendo aperfeiçoado e atualizado, e sensibilizar os gestores para a necessidade de estarem integrados à rede de atenção que envolve todo o atendimento prestado pelo poder público municipal em diversas áreas como Saúde, Segurança, Educação, Assistência Social, entre outros.

Nesse encontro houve a apresentação do mapeamento com as informações das redes de atendimento nestas áreas, com objetivo de atualizar os documentos que hoje são utilizados junto às famílias e populações mais fragilizadas. Outra proposta é ampliar o atendimento da rede municipal envolvendo mulheres e as famílias.

A secretária da Saúde, Zelionara Branco, explica que a proposta é utilizar um sistema informatizado que irá monitorar e avaliar o atendimento às pessoas e suas famílias prestado nestas diversas áreas pelo Executivo. “É uma ferramenta que nos mostrará onde estão essas pessoas vulneráveis que precisam de nossa intervenção. Com ela queremos monitorar se a família está sendo atendida, se houve melhora em sua situação ou se conseguiu resgatar a sua rotina de vida, superando as dificuldades que encontrava”.


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