DP Tech #3

Pelotas Parque Tecnológico: o polo de inovação da Zona Sul

Confira a entrevista online com João Carlos Deschamps e Cristian Kuster, diretores do PPT

02 de Outubro de 2021 - 06h57 Corrigir A + A -

Por: K2. – Assessoria e Comunicação Digital

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Imagem: DP Tech

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Neste episódio do DP Tech, a apresentadora Rogéria Ferreira conversou virtualmente com dois membros administrativos do Pelotas Parque Tecnológico (PPT): João Carlos Deschamps (diretor de Relações Institucionais) e Cristian Kuster (diretor financeiro). 

Fique agora com o resumo de cada entrevista. 

João Carlos Deschamps | diretor de Relações Institucionais 

João Carlos fez um breve relato sobre como participou da elaboração do Pelotas Parque Tecnológico e de como hoje é gratificante ver esse grande projeto funcionando. 

Segundo Deschamps, o PPT está impactando positivamente a comunidade em diversos segmentos e trazendo oportunidades para pequenos empresários e inventores. 

O aprimoramento de produtos e serviços, viabilizado pelo apoio técnico e teórico oferecido pelo PPT, é alavancado pelas parcerias com as universidades UFPel e UCPel, Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas, IFSul, outras incubadoras, centros tecnológicos, empresas e o poder público, através da Prefeitura Municipal de Pelotas. 

Deschamps disse que o intercâmbio pleno e constante entre as entidades elevou o Parque a um novo patamar organizacional, tornando-o uma referência no setor, extrapolando as fronteiras do município e atingindo o consórcio de municípios da Zona Sul.  

Tanto é que há casos de alunos que saíram daqui para trabalhar em outros países, levando suas criações para empresas internacionais, uma vez que, hoje, a globalização da informação não encontra mais limites ou barreiras. 

Temos como meta futura trazer empresas de pesquisa e desenvolvimento de fora do país para cá, criando um novo polo construtivo em nossa região”, disse o João Carlos.     

Cristian Kuster | diretor financeiro 

Cristian Kuster comentou sobre sua entrada no Parque, que se deu em 2005, quando era coordenador de projetos na UFPel.  

Kuster explicou também a escolha do nome “Pelotas Parque” em vez de “Parque de Pelotas”: a intenção de criar um local que chamasse todos os interessados em ampliação, inovação e criação de novas soluções e produtos para amplos debates sobre os temas, como se o Parque fosse uma espécie de catedral, onde todos buscariam conhecimento e apoio. 

Segundo Cristian, a ideia era tornar Pelotas um irradiador principal para esse projeto que, com o passar do tempo, ultrapassou as fronteiras municipais. 

A administração do Parque está buscando, junto à Câmara Federal e ao Senado, emendas parlamentares para respaldar financeiramente as pequenas empresas formadas dentro das incubadoras do PPT, amenizando assim as dificuldades causadas pela pandemia. 

Segundo Kuster, o segredo do sucesso é a interação entre as instituições, visando ao crescimento geral da cidade, e não das instituições individualmente. 

Quanto a planos futuros, o diretor financeiro falou sobre o projeto para criação de uma usina fotovoltaica dentro do Parque. 

Cristian Kuster salientou que, como o Parque não tem fins lucrativos, as despesas básicas – limpeza e energia elétrica, entre outras - são rateadas pelos usuários do PPT, pelo apoio de empresas e, principalmente, pela Prefeitura Municipal, que fornece as instalações (inclusive uma área para futuras ampliações) e garante a segurança do empreendimento através da Guarda Municipal.

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Assista à 3ª edição do DP Tech aqui.


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