DP Tech #6

Pelotas Parque Tecnológico e as Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação

No sexto episódio do DP Tech, a conversa foi sobre a importância e o suporte das ICTs (Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação) no desenvolvimento de inovações com impacto social.

16 de Outubro de 2021 - 07h18 Corrigir A + A -

Por: K2. – Assessoria e Comunicação Digital

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Imagem: reprodução

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Os convidados para esse bate-papo foram Fábio Castro Neves, da UCPel, Daniel Arsan, do IFSul, Sérgio Decker, da Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas e Felipe Marques, da UFPel. 

Fique agora com um resumo das entrevistas conduzidas pela apresentadora Rogéria Ferreira. 

Fábio Castro Neves | UCPel 

Fábio Castro salientou que a UCPel, mesmo sendo uma empresa privada de ensino, também tem sua função comunitária, a qual não visa o lucro, mas sim o desenvolvimento cultural e intelectual da região. 

Segundo Fábio, esse é o motivo pelo qual a UCPel está ligada ao DP Tech desde a formação embrionária do programa: o alinhamento de visões sobre a inovação tecnológica e o desenvolvimento de novas ideias e projetos para a Zona Sul. 

Esta parceria promove, simultaneamente, um intercâmbio cultural e técnico entre as várias ITCs, proporcionando assim o ensino e a aprendizagem de variadas técnicas e abordagens para o desenvolvimento de soluções.   

Fábio explicou também o quanto é importante para os alunos “aprenderem fazendo” e manterem contato com o mundo empresarial, que é quem realmente impulsiona as ideias criativas e funcionais. 

Daniel Arsan | IFSul 

Daniel Arsan comentou que o IFSul está no Pelotas Parque Tecnológico com a missão de disponibilizar o potencial intelectual para desenvolver e mostrar novas tecnologias, fazendo com que elas cheguem ao conhecimento da comunidade e que ocasionem mudanças positivas nas vidas das pessoas. 

Assim, o IFSul assume o papel de preencher o vácuo entre as instituições e a sociedade. 

Daniel salientou a importância de o Brasil desenvolver suas próprias tecnologias para não ser refém de outros países, uma vez que tem todas as condições materiais e o potencial intelectual para tanto. 

Segundo Daniel, a melhor forma de apoio nesse processo é garantir a fluidez entre as diversas etapas de criação, desde a pré-incubação, passando pela incubação e chegando na fase em que as aceleradoras entram com o apoio final para lançar o produto (material ou intelectual) no mercado. 

Sérgio Decker | Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas 

Já Sérgio Decker disse que o Senac sempre teve como foco principal a colocação dos alunos no mercado, seja de serviços ou como empreendedores, e que, no último ano, o anseio pelo emprego vem se transformando em uma expectativa de criar algo novo ou melhorar o que já existe. 

Sérgio salientou também a importância do Pelotas Parque Tecnológico para o intercâmbio e para o aproveitamento das relações entre as instituições em si e seus alunos.  

Felipe Marques | UFPel 

Por sua vez, Felipe Marques disse que a meta da UFPel neste projeto é trazer melhores perspectivas para os alunos em término de curso, abrindo novos horizontes reais para além dos estudos teóricos. 

Felipe lembrou que a pandemia, assim como qualquer outro obstáculo, desafia e instiga a criatividade, incentivando abordagens diferenciadas para encontrar formas de contornar as dificuldades. 

De acordo com Felipe, dessa dinâmica sempre surgem ideias e práticas criativas, a exemplo da quantidade de inovações que vieram à tona em virtude do confinamento, como a criação de formatos de aulas e reuniões virtuais, o trabalho em home office e as vendas por delivery, entre outras. 

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Assista à 6ª edição do DP Tech aqui.


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