Violência

Troca de tiros PF deixa duas mulheres mortas em Cristal

Elas estava em dois dos quatros carros que estariam indo buscar supostos assaltantes de banco escondidos na região

17 de Julho de 2019 - 08h28 Corrigir A + A -

Por: Redação
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Atualizada às 14h15min para acréscimo de informações

A noite de terça-feira (16) foi de tensão em Cristal, município distante 101 quilômetros de Pelotas. Um tiroteio entre Polícia Federal e ocupantes de carros que teriam furado a barreira policial - na ERS 354 conhecida como estrada do palanque -, deixou duas mulheres mortas e uma criança de quatro anos gravemente ferida. Um homem ficou ferido e está hospitalizado sob custódia, além de uma criança de dois anos que foi abandonada, com um machucado na cabeça.

Na coletiva, o superintendente da PF do Rio Grande do Sul, Alexandre da Silveira Isbarrola, disse que os criminosos tinham por objetivo o resgate dos responsáveis pelo ataque a banco ocorrido no dia 6 de julho, em Dom Feliciano. "Vinhamos monitorando a quadrilha desde o assalto à Caixa Econômica Federal e tínhamos a informação sobre o resgate." No entanto,  Isbarrola disse na coletiva que "jamais se imagina que pessoas vão colocar crianças no carro para uma empreitada criminosa dessa magnitude." 

Como foi
Em nota, a PF explicou que policias federais do Grupo de Pronta Intervenção, após receberem informações da possibilidade de resgate, montaram barreiras na rodovia no município de Cristal. Dois veículos furaram a primeira barreira e, na segunda abordagem, houve confronto com troca de tiros. Duas mulheres, de 25 e 35 anos morreram, um homem de 34, condenado por homicídio e que estava em prisão domiciliar, e seu filho, de quatro anos, ficaram feridos. Foi encontrado e apreendido armamento em um dos veículos.

Causa
No dia 6 de julho, policiais federais e militares entraram em confronto com os criminosos que atacaram uma agência bancária em Dom Feliciano, com utilização de explosivos. Na oportunidade, a investigação da PF indicava que o assalto ocorreria na região. Desde então, policiais federais e militares estão na busca pelos criminosos.

 


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