Meio Ambiente

Operação conjunta apreende carga de pescado

Abordagem ocorreu na noite de quinta-feira em São Lourenço

13 de Fevereiro de 2021 - 12h36 Corrigir A + A -

Por: Redação
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Contradição no depoimento do caminhoneiro levantou suspeita (Foto: Divulgação - DP)

Contradição no depoimento do caminhoneiro levantou suspeita (Foto: Divulgação - DP)

Policiais ainda investigam origem dos pescados (Foto: Divulgação - DP)

Policiais ainda investigam origem dos pescados (Foto: Divulgação - DP)

Durante Operação em Conjunto desenvolvida pelo Comando Ambiental da Brigada Militar, Comando Rodoviário da Brigada Militar, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Receita Estadual, nestas quinta (11) e sexta-feira (12), batizada como Operação Decapoda, fazendo alusão a todas espécies de camarão existentes no Sul do País, agentes de inteligência ambientais observaram um caminhão baú carregado saindo de São Lourenço do Sul e solicitaram que uma guarnição da Polícia Rodoviária Estadual realizasse a abordagem desse veículo.

Quando da abordagem, verificou-se que estava transportando 6,2 toneladas de pescado na RS 267, km 17, às 19h12min, de quinta-feira. Os policiais Militares Ambientais que estavam próximos e em acompanhamento, realizaram a fiscalização ambiental.

Durante a fiscalização, foi apresentado pelo Condutor a nota fiscal de produtor, destinando o pescado a uma empresa de Rio Grande. Entretanto, no momento da entrevista, o motorista informou aos Policias Militares Ambientais que o destino da carga seria a cidade de Laguna no estado de Santa Catarina para uma empresa de pescados e não para Rio Grande, conforme nota fiscal.

Às 21h foi apresentado pelo motorista do veiculo outra nota fiscal, destinando o pescado para Santa Catarina e com divergência nas espécies de pescado transportados.

Diante dos fatos, pelas divergências existentes nas notas ficais o veiculo foi conduzido para sede da Polícia Militar Ambiental de Pelotas aguardando uma fiscalização pelos agentes do Ibama e Receita Estadual.

Na sexta-feira (12), os fiscais da Receita Estadual constataram que a nota fiscal apresentada pelo motorista não era adequada para operação de transporte de pescado, sendo realizada a apreensão do documento fiscal e aplicada multa no valor de R$ 15.000,00.

Já o analista ambiental do Ibama, constatou que o pescado, por não possuir nota fiscal idônea, foi considerado sem origem legal, tomando as medidas administrativas cabíbeis de apreensão da carga e distribuída para o programa Mesa Brasil do Sesc. Quanto ao crime de falsidade documental, foi feito o registro de ocorrência e será apurado.

 


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