Violência

Morre dono de bar baleado na noite de domingo em Pelotas

João Orlando Cardoso, 53 anos, não resistiu aos ferimentos; a DHPP esclareceu o caso e o autor do disparo está preso

21 de Outubro de 2019 - 08h44 Corrigir A + A -

Por: Redação
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*Atualizada às 12h12min para acréscimo de informações.

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apura o caso em que um homem de 53 anos foi morto e outras duas pessoas ficaram feridas após uma confusão em um estabelecimento conhecido como Boteco do Jojo, na rua Mário Peiruque, bairro Areal, na noite do último domingo (20). O proprietário do comércio, João Orlando Cardoso, morreu na madrugada de segunda-feira, após ser atingido por disparos de arma de fogo. Agentes da Especializada estiveram no local e conseguiram esclarecer alguns pontos do crime.

De acordo com o registro de ocorrência, a confusão se iniciou após A.S.S.F., 45, se negar a pagar o que havia consumido no bar da vítima. Com a negativa, Orlando e A.S.S.F. teriam discutido dentro do estabelecimento. O homem, então, saiu e logo em seguida retornou ao local armado com uma faca e um revólver e atirou contra João Orlando. Uma pessoa que estava no interior do bar ficou ferida com golpes de faca na mão ao tentar desarmar A.S.S.F., que acabou sendo esfaqueado no rosto. Em entrevista ao site Canguçu Online, a irmã de Orlando, Eva Cardoso, contou que ele foi morto por uma dívida no valor de R$ 15,00. A delegada substituta da DHPP, Lisiane Mattarredona, no entanto, disse que a investigação está em fase inicial e tudo está sendo apurado. Um dos envolvidos na confusão teria fugido em um carro de cor prata e teria levado a arma que ainda não foi localizada pela DHPP.

O autor dos disparos, que acabou esfaqueado no rosto, está preso e sob custódia da Brigada Militar (BM) no Pronto-Socorro de Pelotas (PSP) e depois será encaminhado ao Presídio Regional de Pelotas (PRP). A morte de João Orlando Cardoso é o 48º homicídio do ano praticado em Pelotas.

Pelas redes sociais, amigos e familiares descreveram Orlando como uma pessoa pacífica e sempre disposta a ajudar o próximo. Ao Canguçu Online, Eva informou que Jojo, como era conhecido no bairro, era querido pelos moradores e dedicado à família. João Orlando promovia domingueiras dançantes e churrascos para a comunidade que frequentava o bar.


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