Tragédia

Bebê morre carbonizado em Pelotas

Júlia Cunha de Oliveira estava com a irmã gêmea e o irmão de três anos dentro do imóvel quando o fogo começou

10 de Julho de 2018 - 12h15 Corrigir A + A -

Por: Giulliane Viêgas
giulliane.viegas@diariopopular.com.br

Conforme o entregador de bambonas, o menino de três anos conseguiu sair de dentro da casa, ir até o pátio e pedir socorro, foi quando a mãe e vizinhos chamaram os Bombeiros. (Foto: Paulo Rossi - DP)

Conforme o entregador de bambonas, o menino de três anos conseguiu sair de dentro da casa, ir até o pátio e pedir socorro, foi quando a mãe e vizinhos chamaram os Bombeiros. (Foto: Paulo Rossi - DP)

O pai das crianças, Giliard Martins de Oliveira, 21, contou que estava trabalhando quando foi informado pelo patrão de que havia ocorrido um incêndio em seu imóvel. Ele disse inicialmente não tinha entendido se o fogo teria sido em sua residência ou em algum vizinho, tampouco imaginava a gravidade da situação. (Foto: Paulo Rossi - DP)

O pai das crianças, Giliard Martins de Oliveira, 21, contou que estava trabalhando quando foi informado pelo patrão de que havia ocorrido um incêndio em seu imóvel. Ele disse inicialmente não tinha entendido se o fogo teria sido em sua residência ou em algum vizinho, tampouco imaginava a gravidade da situação. (Foto: Paulo Rossi - DP)

Um bebê de um ano e quatro meses morreu carbonizado na manhã desta terça-feira (10), durante incêndio no casebre em que morava com a família no loteamento Ceval, em Pelotas. Júlia Cunha de Oliveira estava com a irmã gêmea e o irmão de três anos brincando dentro do imóvel quando o fogo começou. A irmã de Júlia, Alexia, ficou ferida e foi socorrida pelos Bombeiros. As crianças estavam em casa com a mãe que fazia afazeres domésticos nos fundos da residência. De acordo com a Brigada Militar (BM) as chamas teriam sido causadas por um curto-circuito na rede elétrica. 

O pai das crianças, Giliard Martins de Oliveira, 21, contou que estava trabalhando quando foi informado pelo patrão de que havia ocorrido um incêndio em seu imóvel. Ele disse inicialmente não tinha entendido se o fogo teria sido em sua residência ou em algum vizinho, tampouco imaginava a gravidade da situação.

Conforme o entregador de bambonas, o menino de três anos conseguiu sair de dentro da casa, ir até o pátio e pedir socorro, foi quando a mãe e vizinhos chamaram os Bombeiros. "Quando o incêndio começou ele gritou "fogo, fogo, fogo" e conseguiram pedir ajuda. Eu nem sei o que dizer diante dessa tragédia com minha família, estou destruído", desabafou. A mulher de Giliard e mãe das crianças entrou em estado de choque, passou mal e foi encaminhada ao Pronto-Socorro de Pelotas (PSP). "A Júlia tinha que ir ao hospital no próximo dia porque ela tinha sopro no coração. Que tristeza, minha vida nunca mais vai ser a mesma".

A Polícia Civil investiga o caso.  

 

Notícias relacionadas


Comentários


Diário Popular - Todos os direitos reservados