Reclamação

Aspra-RS contesta reajuste salarial

Entidade policial argumenta que houve falta de sensibilidade e falta de aceitação das argumentações técnicas na proposta atual

08 de Maio de 2022 - 20h01 Corrigir A + A -
Argumento considera que funcionários nunca fizeram home office na pandemia (Foto: Divulgação - DP)

Argumento considera que funcionários nunca fizeram home office na pandemia (Foto: Divulgação - DP)

Após a Assembleia Legislativa aprovar por unanimidade o projeto de lei com o reajuste de 1% a contar de 1º de janeiro 22 e 4,951% a contar de 1º de abril 22, totalizando 6%, o presidente da Associação de Praças Policiais e Bombeiros Militares (Aspra-RS), Tiago Rommel, se manifestou ressaltando que “o governo do Estado de Leite e Ranolfo impôs estes índices, não aceitando as argumentações técnicas apresentadas pelas entidades, demonstrando falta de sensibilidade para com os servidores, em especial os da Segurança Pública, estes que em nenhum momento pararam suas atribuições nem tão pouco ficaram em home-office”.

“Por mais que tenhamos demonstrado tecnicamente, através de estudos produzidos pelo economista, tenente Ronaldo Zarnott, que o índice razoável e justo a ser aplicado seria o mesmo percentual em que fechou a inflação, ou seja, 10,6%”, destacou. Ele acrescentou que desde o ano de 2021, já vinha tentando sensibilizar o governo e deputados sobre a necessidade de uma reposição inflacionária justa. Rommel lembrou ainda que desde o ano de 2014, não houve qualquer reajuste para a categoria.


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