Saúde Pública

Monitores da Saúde circulam para garantir cumprimento dos protocolos

Objetivo é assegurar a segurança sanitária do público na Expointer 2021

09 de Setembro de 2021 - 14h53 Corrigir A + A -
Cesar Labrea, de Quaraí, conversa com os monitores de Saúde sobre a importância do uso da máscara. (Foto: Itamar Aguiar - Palácio Piratini)

Cesar Labrea, de Quaraí, conversa com os monitores de Saúde sobre a importância do uso da máscara. (Foto: Itamar Aguiar - Palácio Piratini)

Para garantir a segurança sanitária na Expointer 2021, entre outras ações, a Secretaria da Saúde contratou 115 monitores que circulam pelo Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, para instruir as pessoas sobre o uso correto das máscaras e demais protocolos.

As monitoras Karolaine Schmidt de Matos e Gabriela Egres, ambas de Esteio, estão trabalhando em dupla, percorrendo vias e pavilhões da feira e abordando visitantes e feirantes, com intuito de manter a segurança contra a Covid no parque. O papel dos monitores é conversar com as pessoas que estiverem sem máscara ou usando a máscara da forma errada, por exemplo, e explicar como a utilizar.

“Por enquanto, encontramos pessoas muito bem receptivas, que brincam e levam nossos pedidos na boa”, explicou a Gabriela. "Uma situação comum é tirar a máscara para tomar chimarrão, beber água ou comer e não manter distância ou ficar andando”, disse Karolaine. É proibido o consumo de alimentos e bebidas quando em movimento em qualquer área do parque, é necessário respeitar as áreas destinadas à alimentação.

“Estamos fazendo essa ação educativa desde o primeiro dia e ficaremos até o final. Às vezes, basta passarmos por algumas pessoas e elas já sabem que precisam arrumar a máscara para ficar melhor colocada”, completou Gabriela. “Poucas pessoas são resistentes e insistem em ficar sem máscara, mas nestes casos passamos para a supervisão”.

Luiz Dal Pizzol, de Farroupilha, disse que sempre usa a máscara, mas que é comum ela cair abaixo do nariz. “Apoio as ações dos monitores, às vezes precisamos ser lembrados de puxá-la para cima”, comentou ele.

A produtora de agricultura familiar, Rozangele Soares Scholantie, de Bagé, ficou apenas um minuto sem máscara e foi abordada pelas monitoras. “Tirei um pouquinho porque estava me sentindo mal. Vim caminhando até aqui e fiquei sem fôlego, mas sei que precisamos usar a máscara para a minha saúde e dos outros”, falou a produtora. “Só assim conseguiremos sair definitivamente da pandemia.” Ela costuma expor seus produtos na Expointer, apenas não veio ano passado, pois estava com covid-19. Ela não tinha sintomas, mas testou positivo no exame obrigatório para vir à exposição. “Não pudemos ficar”, explicou.

“As pessoas que estão vacinadas acham que já podem baixar a guarda, mas ainda é fundamental o uso da máscara”, afirmou Cesar Labrea, de Quaraí. Ele veio com os dois filhos, Manuela e Carlos Eduardo. “Estou me sentindo seguro aqui na Expointer, há muitos dispensadores álcool em gel e lugares para lavar as mãos, além de todos os cuidados da organização do evento para evitar aglomeração”, completou.


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