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Cenário eleitoral definido no RS

Encerrado o período de convenções, dez candidatos anunciaram que disputarão o governo

05 de Agosto de 2022 - 20h01 Corrigir A + A -
Se nada mudar, serão dez postulantes ao Piratini (Foto: Divulgação - DP)

Se nada mudar, serão dez postulantes ao Piratini (Foto: Divulgação - DP)

Com o fim do prazo para a realização das convenções partidárias, na sexta-feira, as dúvidas que rondavam o cenário de composições de chapas ao governo do Estado acabaram, com os nomes dos candidatos totalmente definidos. Se não houver desistência até o dia 15, prazo final para registro das candidaturas, serão dez postulantes ao Piratini que, a partir do dia 16, iniciam a campanha. Conheça os candidatos e cenários:

Eduardo Leite (PSDB) - Depois de pleitear a disputa à Presidência sem sucesso, Leite foi oficializado candidato à reeleição. A parceria com o MDB se confirmou em convenção disputada, que indicou Gabriel Souza como vice. Entretanto, a indicação estremeceu o apoio do União Brasil aos tucanos, que chegou a ter conversas com o PL para garantir a vaga de vice. Na noite de quinta, o UB confirmou que seguirá apoiando Leite. A chapa, que também conta com o Cidadania, apoia Ana Amélia Lemos (PSD) para senadora.

Onyx Lorenzoni (PL) - Com chapa indefinida até sexta-feira, o ex-ministro anunciou como vice Claudia Jardim (PL), vice-prefeita de Guaíba que era pré-candidata a deputada federal pela sigla. O partido conta com o apoio do Republicanos, que indicou o vice-presidente, Hamilton Mourão, para a vaga do Senado. Lorenzoni deve ser o palanque estadual do presidente Jair Bolsonaro (PL), que, inclusive, marcou presença na convenção de forma virtual.

Edegar Pretto (PT) - O petista teve candidatura homologada no dia 31 de julho e terá como companheiro de chapa Pedro Ruas (PSOL). O vereador de Porto Alegre chegou a anunciar que disputaria o Piratini, mas retirou-se para apoiar Pretto. A vaga do Senado na chapa ficou com Olívio Dutra, que propôs mandato coletivo com os suplentes. A federação é formada por PT, PCdoB e PV.

Luis Carlos Heinze (PP) - Os progressistas e o PTB foram os primeiros a divulgar a chapa. O senador encabeça a disputa ao Piratini junto com a vereadora da capital, Tanise Sabino (PTB). A vaga ao Senado é da Comandante Nadia Gerhard (PP). A única dúvida na chapa é se terá apoio ou não do presidente Bolsonaro.

Vieira da Cunha (PDT) - O partido negou o convite de coligação feito pelo PSB e apenas na sexta-feira anunciou união com o Avante. A vice escolhida é Professora Regina, também do PDT e vereadora em Passo Fundo. O nome para senador é o de Professor Nado, do Avante.

Vicente Bogo (PSB) - O nome de Bogo, que foi vice-governador de Antônio Britto, só apareceu na disputa depois que Beto Albuquerque desistiu da candidatura, em 1° de agosto, alegando falta de apoio de partidos de centro-esquerda e de recursos financeiros. O PSB vai para o pleito com Josiane Paz de vice e Airto Ferronato, vereador de Porto Alegre, para o Senado.

Roberto Argenta (PSC) - Foi o primeiro a oficializar a candidatura. Conta com a professora Nívea Rosa (Solidariedade) no cargo de vice. O nome para o Senado segue em aberto.

Ricardo Jobim (Novo) - O Novo manteve a tradição de chapa única e lançou Jobim para governador e Rafael Dresch para vice. O partido não terá candidato ao Senado e não fará coligação.

Carlos Messalla (PCB) - O partido não terá coligações e nem nome para o Senado. Messalla é servidor público e terá como companheiro Edson Canabarro.

Rejane de Oliveira (PSTU) - A ex-presidente do CPers será a única mulher liderando uma chapa, tendo como vice Vera Rosane de Oliveira e Fabiana Sanguiné como indicada para o Senado. O partido não fará coligação.


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