Saúde

Câmara aprova programa de reposição de médicos

Proposta apresentada pela prefeitura prevê pagamento de bolsas a residentes das universidades de Pelotas

31 de Outubro de 2019 - 19h16 Corrigir A + A -

Por: Vinicius Peraça
vinicius.peraca@diariopopular.com.br 

Saída de profissionais com o fim do Mais Médicos e descredenciamento de Pelotas provocou déficit nos postos (Foto: Paulo Rossi - DP)

Saída de profissionais com o fim do Mais Médicos e descredenciamento de Pelotas provocou déficit nos postos (Foto: Paulo Rossi - DP)

Os vereadores de Pelotas aprovaram nesta quinta (31) a criação do Programa de Residência de Medicina da Família e Comunidade (PRMFC). A proposta da prefeitura foi concebida para suprir a falta de profissionais nos postos de saúde após o fim do programa Mais Médicos.

O texto, em gestação desde o começo do ano, deu entrada no Legislativo na terça-feira e teve sua tramitação acelerada nas comissões para poder ser votado esta semana. No entanto, na hora da votação, apenas nove parlamentares estavam no plenário (quatro da base e cinco da oposição). Como o mínimo para apreciação de matérias é de 11 vereadores, foi preciso suspender a sessão para aguardar novas presenças. Com o chamado do presidente Fabrício Tavares (PSD) e do presidente da Comissão de Saúde, Marcos Ferreira, o Marcola (PT), outros três governistas deram quórum, aprovando o texto por unanimidade.

O programa segue agora para sanção da prefeita Paula Mascarenhas (PSDB). O objetivo da Secretaria Municipal da Saúde é incluir na rede pública até 60 médicos residentes das universidades locais pagando bolsas de R$ 5,5 mil, que se somará a R$ 3,2 mil de subsídios repassados pelo Ministério da Educação. Dos 43 profissionais do Mais Médicos que havia em Pelotas, dez já tiveram contratos encerrados e outros cinco sairão até o final do ano.


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