Instantâneos

Um atoleiro no norte da África X pandemia de dengue

Mais uma guerra se desenha no norte da África

22 de Janeiro de 2013 - 05h00 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Por: José Pedro Naisser, colaborador

Mais uma guerra se desenha no norte da África, desta vez envolvendo vários países e de outro os jihadistas e o Exército da Argélia. O que vimos foi o início dos conflitos, grupos querendo a Divisão do Mali, depois o sequestro de vários estrangeiros que estavam na Usina de Gás Natural na Argélia, dentre eles vários grupos representando uma joint-venture norueguesa, da Britania BP. Da Empresa Japonesa de Engenharia JGG que presta serviços no local e o envolvimento direto da França no conflito no Mali, tudo para defender as reservas de gás natural que vindo da Argélia e Mali são exportados para a Europa, que não produz o gás natural.

Com essas ações mais uma vez o que vemos são interesses estrangeiros dentro da África, onde de lá retiram sempre o bônus dos metais preciosos e gás natural e deixam um ônus como legado de guerras tribais, pobreza e miséria, onde na sua maioria as crianças pagam com a própria vida pela fome e a falta de água potavel.

Um relatório dos USA, produzido pelo Conselho Nacional de Inteligência, relata que no mundo, em 2030, as dificuldades maiores serão por alimentos, água e energia. Esse relatório já chega com atraso porque as brigas por água, energia já estão acontecendo agora em 2013, por alimentos virão até 2015, com a escassez da água em todo mundo.

A notícia mais triste vem da OMS, de que o mundo pode também ficar refém não mais de soldados ou exércitos bem armados militarmente, mas sim de um mosquito chamado Aedes aegypt, que está localizado e atuando em mais de 150 países do mundo e, que se nada for feito, o ano de 2013 poderá ter uma pandemia mundial de dengue.

Nisso o relatório dos EUA, também não previram, o mundo refém de um mosquito que nem os drones poderão acertá-los.

Como notícia boa, para combater a invasão dos Aedes aegypt, a arma letal que temos é a educação para a sustentabilidade, cujo projeto estamos oferecendo aos governantes em todos os 150 países onde estão instalados os exércitos de mosquitos.

Esse é o mundo hoje, sedento de água, alimentos e energia, o resto é o resto.


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