Ponto de vista

Será que os profissionais que atuam em defesa do Meio Ambiente inspiram confiança?

27 de Junho de 2014 - 06h00 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Por: Nery Porto Fabres, professor e corretor de imóveis

O meio ambiente necessita urgentemente de uma atenção especial, o excesso de chuvas em algumas regiões do Brasil mostra que estamos sendo negligentes. Por isso, todo o processo de formação de nuvens de chuva, pela teoria, está sendo observado pelos departamentos meteorológicos das universidades ou pelos centros de meteorologia vinculados ao governo. Então as chuvas em breve serão controladas por especialistas da área de Meteorologia, Física, Química, Oceanografia, Oceanologia dentre outras ciências da terra. E esses centros estão espalhados por todo o mundo. Desta forma, não há nada que motivará o pânico, porque em breve tudo será resolvido.

Isso em se tratando de teorias, porque na prática não funciona desta forma. Aliás, na prática, nada funciona. Todos estes órgãos estão preocupados apenas com os interesses da política. Nem uma viva alma está, de fato, preocupada com o meio ambiente.

Mas, e o dinheiro que foi destinado a esses projetos de pesquisas, onde foi parar? Pois é! No Brasil, como em qualquer outro país esse dinheiro toma outro rumo e desaparece nas contabilidades das empresas públicas, sejam elas da área de ensino ou de quaisquer outras áreas. E reaparecem no bolso de alguns políticos.

Desde os primeiros passos de alguns brasileiros em dar atenção ao meio ambiente já havia um interesse mascarado nesses projetos científicos. Não há forma mais eficaz de desviar verbas para as aspirações pessoais e políticas dos envolvidos neste processo.

Contudo, quem de fato está preocupado com o meio ambiente? Ninguém! Basta olharmos com mais atenção, os ditos, defensores da natureza, aqueles senhores que fazem a grita em prol de qualidade de vida. Esses pensam apenas em lograr êxito nos seus projetos pessoais ludibriando os incautos.

Parece-nos à primeira vista que estes sujeitos estão engajados na luta por um planeta melhor. Mas, quando observados com mais atenção percebe-se que não passa de conversa fiada. Por exemplo, quando fazem suas palestras ao público, com seus textos bem elaborados e persuasivos deixam escapar pequenos detalhes que os traem. Isso é detectado quando nos aprofundamos no assunto e descobrimos que os discursos são os mesmos em todos os países. Ou seja, um determinado sujeito copia o discurso de outro para captar recursos para um projeto pessoal. O tema do meio ambiente é apenas a cortina para encobrir as suas verdadeiras intenções; uma parceria de uma empresa pública com o aval da comunidade. Por esse motivo que são feitas as audiências públicas sobre o assunto. A ideia é o convencimento coletivo.

Eles, os idealizadores desses projetos, são tão confiantes no sucesso de seus planos que não se preocupam em vestir algo ecologicamente de acordo com suas mirabolantes palestras. Normalmente usam roupas e calçados de couro e calças jeans bem tingidas, por tintas tóxicas. Além de fumarem e beberem muito, às vezes o cigarro é confeccionado de material suspeito. Ou seja, estão preocupados com o meio ambiente? Muitos ainda se dizem vegetarianos, contudo vestem as peles dos bichos e para usarem suas roupas alguém tem que matar o animal. E o que fazer com a carne, que eles desprezam por dizerem que matar o animal é crueldade? Pois é! Há algo errado com essa gente. E como se locomovem esses sujeitos? Também usam veículos movidos com todo o tipo de poluente. No entanto, as grandes empresas do petróleo os patrocinam. Então tudo é balela. E assim, “as grandes potências mundiais” jogam, por suas chaminés, a nossa sentença de morte.

 


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