Editorial

Reforço na defesa agropecuária

06 de Dezembro de 2019 - 05h00 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Quanto mais saudável e mais ágil, mais atrativo se torna. Foi com essa tônica que o governo federal assinou ontem um contrato de empréstimo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Serão US$ 200 milhões investidos na defesa agropecuária nos próximos cinco anos. Desse total, US$ 195 milhões virão do BID e os outros US$ 5 milhões serão aportados pelo governo federal, como contrapartida.

Durante a pactuação, a ministra da Agricultura , Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, destacou que atualmente o segmento agropecuário responde por 40% das exportações brasileiras e por isso se faz necessário aprimorar a vigilância internacional e agilizar, pela informatização, a liberação de mercadorias, bem como inspeções, registros e autorizações. "Simplificar sem precarizar, como digo sempre, usando a tecnologia a nosso favor", disse a ministra.

O contrato de empréstimo para o Programa de Modernização e Fortalecimento da Defesa Agropecuária (Prodefesa), além da ministra, foi assinado pelo representante do BID no Brasil, Hugo Flórez Timorán. Autorizada pelo Senado Federal, a operação de crédito foi firmada na cerimônia de celebração dos 60 anos do banco.

Segundo o Ministério da Agricultura, o controle e a erradicação de pragas e doenças receberão a maior parte dos recursos, no total de US$ 137 milhões. Os investimentos em conhecimento e inovação para a defesa agropecuária ficarão com US$ 35 milhões. A melhoria da eficiência dos serviços de defesa agropecuária terá US$ 23 milhões. A contrapartida de US$ 5 milhões será aportada pelo ministério, destinando-se ao acompanhamento e à avaliação dos projetos.

 


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