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Coronavírus e home office: a videoconferência como forma de manter o negócio em atividade

25 de Março de 2020 - 05h00 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Por Ricardo Vinhas - Consultor Empresarial - ricardo@k2ponto.com.br

Em vista da nova pandemia, a relação entre coronavírus e home office (trabalho remoto) vem forçando empresas e instituições públicas a reinventarem suas formas de atuação. Para conter o avanço da Covid-19, uma das ações mais efetivas é evitar aglomerações em suas dependências, assim como o deslocamento de colaboradores e servidores.

Grandes empresas de tecnologia estão pedindo que mais funcionários trabalhem em casa. Facebook, Google, Twitter e Amazon implementaram políticas de trabalho remoto para muitos - ou até todos - os seus colaboradores ao redor do mundo.

A empresa-mãe do Google, Alphabet, recomendou que todos os funcionários da América do Norte, da Europa, da África e do Oriente Médio trabalhem remotamente. Além disso, o Google liberou gratuitamente ferramentas úteis para a prática do home office. Funcionários, educadores e alunos poderão utilizá-las enquanto empresas e escolas estiverem fechadas.

Coronavírus e home office = videoconferência

A principal característica da videoconferência é, justamente, o que a torna a opção perfeita para o atual panorama: sua capacidade de agregar colaboradores remotamente, sem que haja a necessidade de deslocamentos presenciais e aglomerações de pessoas em um mesmo ambiente físico.

No mundo do trabalho, as reuniões são praticamente entidades onipresentes, sem as quais não há definição de processos, decisões de equipe ou até mesmo a aquisição de novos clientes.

A comunicação e a colaboração são fundamentais para o sucesso nos negócios. Agora, com o agravante da pandemia de coronavírus, aprender como montar uma videoconferência está se tornando um conhecimento cada vez mais importante para o cotidiano dos negócios.

Como fazer uma videoconferência que funcione em tempos de coronavírus e home office

Existem inúmeras formas de executar uma videoconferência, desde plataformas gratuitas de fácil usabilidade até serviços profissionais que asseguram excelentes resultados. A pergunta a ser feita é a seguinte: qual é o grau de profissionalismo exigido para que a sua reunião remota atinja os objetivos?

A videoconferência é um ótimo auxílio comercial, mas manuseá-la de forma errada pode dar a você e a sua empresa uma imagem amadora. Independentemente da escolha entre uma plataforma gratuita ou profissional, aqui vão algumas dicas valiosas.

Videoconferência gratuita x profissional

Existem inúmeros serviços gratuitos disponíveis, como Google Hangouts, Skype, Zoom, join.me, Appear.in e Whereby, entre outros. De fácil manuseio, eles entregam resultados satisfatórios para usuários que não demandam variedade de recursos relativos à estabilidade e à interatividade entre os participantes.

Os principais fatores de diferenciação entre as plataformas gratuitas e as profissionais são:

- Segurança da informação: nestas reuniões virtuais circulam informações estratégicas de marcas e negócios, as quais devem estar confinadas a um ambiente onde somente pessoas autorizadas possam acessá-las. Isto só é possível com serviços pagos.

- Importância do suporte técnico: são inúmeros os fatores que podem causar instabilidade ou até derrubar uma videoconferência. Caso isso aconteça em uma conferência gratuita, você não tem a quem recorrer.
Para que seu negócio siga em frente, é preciso que as pessoas interajam. Já que a forma presencial deve ser evitada, é no ambiente virtual que está a sua solução. Por isso, pense na videoconferência como uma grande aliada nesses tempos de redefinição de práticas.


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