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CEBehrensdorf de Brasília

Na coluna do CEBehrensdorf desta sexta-feira (14), confira as crônicas enviadas diretamente da capital federal. E-mail: cebehrensdorf@uol.com.br

14 de Dezembro de 2012 - 06h00 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Opinião

Como diriam os jovens editorialistas “... instado por leitores e concidadãos abordo o tema que é destaque na séria e descompromissada imprensa de Pindorama”.

Discretas

O “lesco-lesco” Imprensa/Lula/Rose continua pipocando nos meios de comunicação nem tão de massa assim. Algumas discretas manifestações foram ouvidas e anotadas por mim.

Pipocando

Ora direis ouvir esquinas. E por que não ouvir mesas e balcões de bares e cafés de esquinas e galerias? Até o padre Amaro antes do crime já dizia: “Vai que é tua”.

Plágio

Diz o jovem cineasta Hélio Matos, conhecido no Vidigal como Le barón, que o Chatão Bueno plagiou ao acrescentar o nome de um goleiro à frase: “Vai que é tua, Tafarel”.

O amor

Ao Romeu Brasiliensis é atribuído um desabafo choroso que só poderia ter como origem um coração desiludido em Paris, Paris de todos os amantes! “L’amour, toujour l’amour.”

Amado

“Se eu fosse de direita ela teria 18 anos; como sou de esquerda, a minha amante tem de ter 57...” Deve ser a conotação política da pulada de muro por faixa etária.

Maduras

Sandra Starling em O Tempo considera “suprema desfaçatez de quem se dizia um defensor da inclusão das pessoas: então, as “velhas” não podem ser amantes dos poderosos?”...

Assobiando

A quem diga que ouviu um nostálgico assobiador caminhando com as mãos nos bolsos pelos Champs Elisée como se fosse um Gene Kelly sem a chuva. A letra da canção foi identificada.

Canção

“Eu sou aquele amante à moda antiga, do tempo que ainda manda flores, apesar do velho tênis e da calça desbotada, ainda chamo de querida a namorada.” Que bonito!


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