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CEBehrensdorf de Brasília

Na coluna do CEBehrensdorf desta terça-feira (21), confira as crônicas enviadas diretamente da capital federal. E-mail: cebehrensdorf@uol.com.br

21 de Maio de 2013 - 05h00 0 comentário(s) Corrigir A + A -

O mico
Para encerrar a mini-história iniciada na segunda-feira (20) da macrofraude financeira do ex-bilionário Bernard Madoff, vamos ao Unhappy End. Vovó dizia: “Malandragem demais atrapalha”.

2139
Condenado a 150 anos de prisão por “armar” uma das maiores fraudes financeiras da história, a Justiça norte-americana agendou sua liberdade para o ano de 2139.

A morte
Mark, seu filho mais velho, suicidou-se em 2010, dois anos depois que o escândalo estourou. Enforcou-se. "Eu fui responsável pela morte de meu filho Mark”, assumiu Madoff.

A promessa
Ele era dono de uma empresa que funcionava como corretora e operadora de mercado. Atraia clientes com a promessa de pagar juros superiores aos oferecidos pelo mercado.

A pirâmide
Ele elaborou o chamado "Esquema de Ponzi", uma forma de pirâmide, no qual pagava juros aos clientes antigos com o dinheiro que era injetado por novos usuários.

O resgate
Com estes mesmos recursos que eram injetados, ele fazia o repasse aos antigos clientes que queriam realizar o resgate de suas aplicações. O entra e sai funcionava numa boa.

Os crédulos
Foram vítimas de Madoff os bancos Santander, HSBC, BBVA e BNP Paribas, além de instituições de caridade, celebridades e, como sempre ocorre, os que acreditam em lucro fácil.

A corrida
Com a crise econômica do final de 2008, muitos investidores buscaram a firma de Madoff para resgatar seus investimentos. Foi aí que a camélia caiu do galho.

O estouro
A arapuca funcionava porque os rendimentos não eram pagos aos investidores todos os meses. Eram apenas acompanhados. Sem novos clientes para bancar os saques, a bolha estourou.


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