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CEBehrensdorf de Brasília

Na coluna do CEBehrensdorf desta segunda-feira (11), confira as crônicas enviadas diretamente da capital federal. E-mail: cebehrensdorf@uol.com.br

11 de Fevereiro de 2013 - 05h00 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Morno
Como segunda-feira de Carnaval é um dia morno, podendo esquentar a noite, entro no clima e vou aqui com uma conversa água morna falando em máscaras.

Sono
Prostrado pelo carnaval com TV, sofá e sono provocado pelas escolas de samba de São Paulo, recorro a matéria da amiga Alana Gandra, da Agência Brasil.

Dúvida
Uma dúvida sobre o carnaval paulista: pra que carros alegóricos daquele tamanho? Outra coisa: quem sabe ao invés de marchar alinhados não rebolam um pouco?

Remedinho
Será que no esquema cochilo/acordo/cochilo fiz confusão com algum desfile da Revolta Constitucionalista? Vou procurar meu “pediatra” para trocar o remedinho.

Popular
Voltando às máscaras: Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), é o grande homenageado no carnaval deste ano. Disparou na preferência popular!

Fábrica
É localizada em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro, produz as máscaras. Média: 300 mil máscaras e 300 mil fantasias por ano.

Nome
Anote aí: Condal é o nome da fábrica, fundada em 1958 pelo artista plástico e professor de escultura da Universidade de Barcelona, Armando Valles, já falecido.  

Produção
A viúva de Valles, Olga Gibert Huch, dirige a fábrica e informou o seguinte: “Foram produzidas 25 mil máscaras de Joaquim Barbosa”. Ele lidera o ranking nacional.

Elogio
No Brasil as máscaras são usadas “mais como elogio do que como protesto”. “Dos políticos queridos”, a fábrica faz entre cinco mil e sete mil unidades. Fui...


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