Coronavírus

Rio Grande continuará com bandeira vermelha

Cidade adotou sistema próprio de Distanciamento Controlado e optou por manter nível elevado de restrições por mais uma semana

26 de Julho de 2020 - 14h21 Corrigir A + A -

Por: Redação
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Comitê técnico analisou dados e decidiu manter regras rígidas de distanciamento

Comitê técnico analisou dados e decidiu manter regras rígidas de distanciamento

Pela terceira semana consecutiva, Rio Grande permanecerá com níveis de restrições relativos à bandeira vermelha. Com modelo próprio de Distanciamento Controlado, o município optou por seguir com regras mais rígidas pelo menos até o próximo domingo (2)  na tentativa de conter o avanço do coronavírus.

Na avaliação do Comitê Técnico em Saúde, a velocidade do coronavírus, a capacidade de atendimento hospitalar no município e o baixo percentual de distanciamento social foram os principais fatores para que a continuidade da cor vermelha. “A nossa bandeira tem critérios de distanciamento maiores do que o vermelho previsto no plano de distanciamento implantado pelo governo estadual”, explica o prefeito Alexandre Lindenmeyer (PT).

Apesar da permanência da classificação vermelha, o chamado Modelo Papareia de Distanciamento sofreu alguns ajustes. Após reivindicações de empresários, o comitê passou a permitir que o comércio varejista não essencial, de rua, para lojas até 75 m2, possa trabalhar com pague e leve. Outra alteração é para os serviços de higiene pessoal (barbeiros e cabeleireiro), em que o atendimento poderá ser feito por estabelecimentos com até 50 m2, com uma pessoa com agendamento.

A construção civil também teve mudanças a pedido do Sinduscon. A atividade fica permitida com uma pessoa para cada 24 m2 (mínimo de três) com transporte fretado e não coletivo. Por fim, missas e serviços religiosos poderão funcionar com uma pessoa a cada 50 m2 e no máximo com 30 pessoas por culto.

Índice de isolamento

Uma das metas estipuladas pela prefeitura de Rio Grande é aumentar o percentual de distanciamento na cidade para pelo menos 60%. A média da população que permanece em casa tem sido de 47%, considerada abaixo do ideal para frear o ritmo de disseminação do vírus.


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