Fiscalização

Radares estão parcialmente em operação

Duas das seis lombadas da avenida João Goulart ainda estão temporariamente inoperantes

15 de Agosto de 2020 - 09h10 Corrigir A + A -
Equipamentos haviam sido desligados a pedido da CEEE (Foto: Jô Folha - DP)

Equipamentos haviam sido desligados a pedido da CEEE (Foto: Jô Folha - DP)

A avenida Presidente João Goulart conta com seis lombadas eletrônicas, sendo que dois destes equipamentos precisaram ser temporariamente desligados. Eles estão localizados trecho próximo ao trevo da rua Theodoro Muller, nos quilômetros 2,410 e 2,750. No entanto, os motoristas precisam ficar atentos ao passarem pelo local nos próximos dias: o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) explica que em breve voltarão a pleno funcionamento.

O desligamento ocorreu por conta de uma solicitação da CEEE. Conforme explicou o engenheiro da unidade de Pelotas do Dnit, Rafael Hallal, a Companhia fez o pedido para que ajustes fossem feitos a fim de padronizar os postes no qual os radares eletrônicos estão conectados. Na última quinta-feira e sexta-feira os equipamentos foram religados à rede elétrica; nos próximos dias, equipes do Dnit devem ir até os locais para aviação das lombadas e, assim, reiniciar o monitoramento de velocidade.

Os demais radares estão funcionando normalmente. No total, a avenida Presidente João Goulart conta com seis redutores de velocidade, sendo três no sentido BR-116 - Centro, e a mesma quantidade no sentido contrário. Os equipamentos estão instalados em pontos próximos à Rodoviária, ao trevo das ruas Theodoro Muller e Francisco Caruccio e ao Distrito Industrial, nos quilômetros 1,1; 1,250; 2,410; 2,750; 3,375 e 3,850.

Na saída de Pelotas, no sentido ao município do Capão do Leão, as lombadas eletrônicas também estão funcionando conforme o previsto. Para os motoristas, vale o alerta.

Novo acesso à rodoviária segue no papel

Desde 2017, um grupo de representantes das empresas que operam na Rodoviária busca, junto com o vereador Éder Blank (PDT), alternativa de acesso aos boxes de embarque e desembarque. O grupo de trabalho projetou a construção de um recuo central para facilitar a entrada e saída dos ônibus na terminal rodoviário.

Trabalhadores da Estação Rodoviária de Pelotas e a gestão reclamam de transtornos e dificuldades de manobrar por parte dos motoristas do transporte intermunicipal. Assim como explicou o diretor-presidente da Eterpel, Cláudio Montanelli, “é um trecho bem complicado para a saída dos ônibus. Seguido temos acidentes por ali”. Atualmente, dois radares estão instalados perto da Rodoviária, o que ameniza o problema, mas para Montanelli não é a solução.

Por conta da pandemia, a receita e o movimento na Rodoviária está 20% do que era registrado anteriormente. A queda significativa nos números é um agravante para despesas futuras, ressaltou o diretor-presidente.

Apesar das expectativas, o engenheiro do Dnit informou que ainda não há qualquer tipo de previsão para que a ideia de construção de um refúgio central na via saia do papel. “Sabemos desse anseio na população e da própria Rodoviária. Mas aguardamos a questão orçamentária para executar o projeto”, afirmou Hallal. Ainda segundo ele, uma licitação deve ser aberta na próxima semana para definir a empresa que irá cuidar da manutenção e conservação da rodovia.


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