Ventania

Novo ciclone deixa estragos no Rio Grande do Sul

Fenômeno atingiu principalmente a Metade Norte do Estado, obrigando mais de 500 pessoas a deixarem suas casas

08 de Julho de 2020 - 22h03 Corrigir A + A -

Agência Brasil

Em Santa Rosa, houve enchentes em vários pontos da cidade (Foto: Divulgação - Prefeitura de Santa Rosa)

Em Santa Rosa, houve enchentes em vários pontos da cidade (Foto: Divulgação - Prefeitura de Santa Rosa)

Árvores foram derrubadas pelo vento na região da Serra (Foto: Defesa Civil - Caxias do Sul)

Árvores foram derrubadas pelo vento na região da Serra (Foto: Defesa Civil - Caxias do Sul)

Um novo ciclone com fortes ventos e chuvas passou pelo Rio Grande do Sul deixando estragos em diversas cidades do Estado. O fenômeno natural atingiu principalmente as regiões Oeste e Noroeste, causando prejuízos também na Região Metropolitana de Porto Alegre.

De acordo como Centro de Comando da capital gaúcha, até esta quarta-feira (8) foram registradas 59 ocorrências. As equipes do órgão atuaram para desobstruir vias e resolver urgências com risco a pessoas e edificações.

Na madrugada desta quarta também foi realizado um trabalho de atendimento a quem ficou desalojado, com entrega de colchões às vítimas. No fim da tarde, a prefeitura de Porto Alegre ainda tinha mapeados 13 pontos de alagamento.

Cerca de 500 pessoas tiveram que sair de casa em várias cidades, a maioria na Metade Norte, por conta das enchentes. Rios e arroios transbordaram com a chuva que atinge o Estado desde terça-feira, causada também pelo novo ciclone extratropical.

Boletim liberado pela Defesa Civil do RS indicava 310 pessoas desabrigadas (levadas para abrigos públicos) e 181 desalojadas (realocadas em casas de amigos ou parentes). Um dos locais mais críticos é São Sebastião do Caí, onde 320 casas foram atingidas pelas águas do rio Caí.

Em Caxias do Sul uma pessoa morreu, vítima de deslizamento de pedras. Até a tarde desta quarta, Santa Rosa, Caxias, Lajeado, Ijuí, Santa Teresa, São Sebastião do Caí, Maquiné, Estrela, Candelária e Espumoso já haviam buscado ajuda da Defesa Civil.


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