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Leilão concede aeroportos do Sul por R$ 2,1 bi

O lance vencedor da concorrência foi da Companhia de Participações em Concessões (CPC), empresa do Grupo CCR

07 de Abril de 2021 - 18h45 Corrigir A + A -

Por: Redação
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Leilão acontece nesta quinta-feira (Foto: Carlos Queiroz - DP)

Leilão acontece nesta quinta-feira (Foto: Carlos Queiroz - DP)

O Aeroporto Internacional João Simões Lopes Neto, de Pelotas, e outros oito do chamado Bloco Sul (situados no RS, PR e SC) foram arrematados nesta quarta-feira (7) por R$ 2,168 bilhões em leilão na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). O lance vencedor da concorrência foi da Companhia de Participações em Concessões (CPC), empresa do Grupo CCR, que atualmente administra a quatro rodovias gaúchas, entre elas a BR-290 (Freeway).

O conjunto de aeroportos da Região Sul do pais inclui ainda outros dois no RS: Bagé e Uruguaiana. Além destes, fazem parte das concessões à iniciativa privada as estruturas de Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina e Bacacheri, no PR; e Navegantes e Joinville, em SC.

Outros dois grupos de aeroportos também foram arrematados no leilão promovido pelo Ministério da Infraestrutura. No Bloco Central fazem parte Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís (MA), Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE). Já o Bloco Norte é composto pelas estruturas de Manaus, Tabatinga e Tefé, no AM; Porto Velho, em RO; Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no AC; e Boa Vista, em RR.

Ao todo, o leilão de aeroportos somou R$ 6,1 bilhões com os três blocos. "O emprego vai vir pela mão do investimento privado, não há outra alternativa porque temos que seguir a nossa trajetória de responsabilidade fiscal, nosso compromisso com a solvência", disse o ministro Tarcísio Gomes de Freitas sobre o resultado das concessões.

Portos nesta quinta-feira

Dentro das rodadas de leilões, nesta quinta-feira, o governo coloca em disputa o controle da Ferrovia da Integração Oeste-Leste, entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. Na sexta, é a vez de um bloco de cinco terminais portuários, entre mu de 23 mil metros quadrados em Pelotas, atualmente voltado a cargas de toras de madeira.


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