Atrações

Feira na Lobo da Costa foi de muitas atrações

Barracas de artesanato dos mais variados, brechós, antiguidades entre outros atraíram olhares

03 de Julho de 2022 - 18h21 Corrigir A + A -
A feira foi mais uma atração em comemoração ao aniversário de pelotas (Fotos: Anete Poll)

A feira foi mais uma atração em comemoração ao aniversário de pelotas (Fotos: Anete Poll)

Já faz uns dez anos que as pessoas voltaram a valorizar o vinil

Já faz uns dez anos que as pessoas voltaram a valorizar o vinil

O Coletivo Autores de Pelotas esteve presente na feira, com vários títulos

O Coletivo Autores de Pelotas esteve presente na feira, com vários títulos

A rua Lobo da Costa, do Largo do Mercado Público e em toda a extensão da Praça Pedro Osório, serviu de palco no domingo (3) para várias atividades dentro da programação de 210 anos de Pelotas. Durante a manhã e tarde uma feira com diversas atrações, inclusive de serviços, atraiu muita gente, animada com os eventos e com os produtos oferecidos pelas barracas: artesanato, brechós, livros, antiguidade estavam entre os itens que atraíram olhares.

E foi lá que o Coletivo Autores de Pelotas encontrou espaço para levar ao conhecimento de todos vários títulos de escritores locais. Conforme Joice Lima, uma das 18 integrantes do grupo, o objetivo foi além da comercialização de livros. "Nos três anos de existência do coletivo, já participamos de 25 atividades. O nosso propósito é de divulgar os livros, todos de autores daqui, mas ao mesmo tempo nos dedicarmos a esta troca direta do autor com o leitor."

E foi nesta feira que James Sthal, há 40 anos no mercado, levou parte do seu acervo de LPs para comercialização. E para quem pensa que o vinil caiu no esquecimento, ele prova que não. Segundo Sthal, o LP está de volta e não é de agora. "Já faz uns dez anos que as pessoas voltaram a valorizar o vinil. Inclusive já existe tabela de preços internacional. Já é quase uma commodity", compara.

Com a redescoberta de LPs antigos, estes acabaram inflacionados. No Brasil há itens que saem por mais de R$ 10 mil, dependendo do estado de conservação, se é raro e também o quanto é clássico. Também conforme o comerciante, o perfil de quem compra os discos varia muito quanto a idade e o gosto. "Mas no geral, são pessoas com idade média de 30 anos e profissionais liberais, porém não é regra" observa.

Barato e sustentável

Peças garimpadas em brechó estão em alta. Principalmente em relação a sustentabilidade e economia. Lilian Rodrigues, que aposta nestes dois motivos, levou uma pequena parte de seu brechó para a rua, aproveitando o aniversário da cidade e o clima ensolarado. "E muito legal pela troca que há entre as pessoas, assim como para conhecer outros trabalhos, apresentar o meu e trocar experiências. Tenho peças vintage e atuais. Mas hoje estou mais focada no vintage, trazendo esse olhar para peças meio esquecidas." Para ela, o brechó dá nova vida a peças únicas com preços interessantes.


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