Covid-19

Estado confirma os dois óbitos para a variante Ômicron

Os registros são referentes a um homem de 88 anos e uma mulher de 86 anos

17 de Janeiro de 2022 - 21h42 Corrigir A + A -
O Rio Grande do Sul já identificou 264 casos confirmados ou sugestivos para Ômicron. (Walterson Rosa - MS)

O Rio Grande do Sul já identificou 264 casos confirmados ou sugestivos para Ômicron. (Walterson Rosa - MS)

O Rio Grande do Sul registrou os primeiros óbitos por Covid-19 com resultados indicativos para a variante Ômicron do coronavírus. Trata-se de residentes dos municípios de Sapiranga (homem de 88 anos) e Progresso (mulher de 86 anos). Ao todo, o Rio Grande do Sul já identificou 264 casos confirmados ou sugestivos para essa linhagem, distribuídos em 46 municípios.

Os dois pacientes tiveram início de sintomas nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro, com os óbitos ocorrendo em 2 e 5 de janeiro, respectivamente. Ambos eram vacinados contra a Covid-19 e apresentavam comorbidades. O Laboratório Central do Estado (Lacen/RS) realizou os exames que identificaram a variante.

Entre os casos identificados da variante Ômicron, 21 foram confirmados por sequenciamento completo, método mais preciso pelo qual é feita a leitura de toda a cadeia genômica do vírus. Os demais 243 são considerados sugestivos, caracterizados pelas amostras que tiveram o diagnóstico pelo exame de RT-PCR que identifica parcialmente a variante ou aqueles casos que foram confirmados por serem de pessoas com sintomas e que sejam contato desses casos sugestivos.

Além do Lacen/RS, outras instituições no Estado têm laboratórios capacitados para essa análise sugestiva ou para o sequenciamento completo, como o Centro de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CDCT) - que também faz parte do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) -, a Universidade Feevale, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o Hospital Moinhos de Vento. Todos os laboratórios realizam a testagem dos casos por amostragem, já que por ser um exame de maior complexidade e com insumos mais específicos, não há capacidade para quem sejam analisadas todas as amostras de pessoas com Covid-19.


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