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DP no Twitter: informação sem polarização

Atualmente, o Twitter é o lugar certo para o confronto de ideias no espectro político

07 de Setembro de 2020 - 13h23 Corrigir A + A -

A rede social Twitter foi lançada em julho de 2006. Seu formato o encaixou no conceito de microblog, onde os usuários podiam expressar suas ideias, à época, em até 140 caracteres.

Reza a lenda que o Twitter desempenhou papel significativo em agitações civis como a Primavera Árabe em 2010 e a Revolução Egípcia em 2011. Nessas ocasiões já era possível perceber um traço específico em seus usuários: o engajamento com questões políticas e ideológicas.

Os jornalistas também elegeram a rede social como a preferida. De acordo com um estudo da AdWeek, a categoria representa mais de 24% das contas verificadas.

Esta afeição se dá pela capacidade do Twitter de enviar atualizações em tempo real, característica que tornou a rede social uma das prediletas dos meios de comunicação. Por isso, o perfil de usuário de gosta de consumir notícias por meio das redes sociais tem um apreço especial pelo Twitter.

De acordo com a empresa Resultados Digitais, as atualizações em tempo real também impulsionaram o uso da rede social como segunda tela, onde os “usuários comentam e debatem o que estão assistindo na TV e postam comentários sobre noticiários, reality shows, jogos de futebol e outros programas”.

Estrategicamente, a plataforma dobrou o número de caracteres permitidos e se habilitou para receber vídeos no feed. Com os atuais 280 toques de teclas por tweet, mais pessoas se encorajaram a externar suas opiniões na rede.

Palanque político virtual

Depois de atingir seu pico em 2009, a rede oscilou entre estabilizações e quedas de número de usuários. Os tempos de ouro se foram, mas, de alguns anos para cá, o Twitter voltou a ver sua popularidade crescer. Motivo: o uso da rede social para debates políticos acirrados, servindo de palco para a cada vez mais acentuada polarização que se espalha mundo afora.

Atualmente, o Twitter é o lugar certo para o confronto de ideias no espectro político. Em suas threads - recurso que foi incorporado para atender a assuntos que não cabiam na limitação de 280 caracteres por tweet - são travadas verdadeiras batalhas narrativas. Entre “lacrações”, denúncias, argumentações, bots e fake news, o Twitter segue sendo a casa do usuário politicamente engajado.

Não é por acaso que o Twitter é a plataforma de escolha da maioria dos líderes mundiais, sendo que mais de 80% deles mantém contas oficiais.

O criador das hashtags

Em agosto de 2007 o Twitter lançou o conceito de hashtags - também conhecidas como “jogo da velha” -, com o objetivo de agrupar mensagens com temas específicos, agregando conversas e facilitando o rastreio do que está sendo dito sobre um determinado tópico.

Atualmente, quase todas as redes sociais adotam a funcionalidade das hashtags em seus feeds.

A rede social diferentona

A condução estratégica do Twitter é marcada por posicionamentos fortes e, muitas vezes, apartados das demais redes sociais. Por exemplo: ao contrário do Facebook, o Twitter não aceita publicidade de cunho político desde outubro de 2019, apesar de ser ponto de encontro obrigatório para os interessados no assunto. O motivo é nobre: manter o debate de ideias isento da influência opressora de quem pode pagar mais para aparecer nos feeds.
A rede social também foi a primeira a colocar 100% de seus colaboradores em home office com a deflagração da pandemia de coronavírus, inclusive afirmando que este formato de trabalho será adotado em definitivo.
Estas particularidades fazem do Twitter uma rede com tempero especial, o qual atrai um perfil específico de seguidores. Ninguém rola o feed esperando por selfies, glamour ou outros interesses mais associados ao Instagram, por exemplo. Aqui o papo é um pouco mais sério.

O perfil do DP no Twitter

No início do texto falamos sobre o apreço tanto dos usuários que se informam via redes sociais quanto dos meios de comunicação pela rede social. Por isso, aumentar a presença do Diário Popular na plataforma era um passo obrigatório.

Até a data do fechamento deste artigo, o perfil do DP no Twitter contava com mais de 69,7 mil seguidores.
Nossa linha editorial privilegia as pautas de Pelotas e da Região Sul, mas sem deixar de veicular assuntos estaduais, nacionais e internacionais que sejam relevantes para o perfil dos seguidores. A cada hora cheia, um novo tweet é publicado, fechando 24 horas de novos conteúdos.

De acordo com uma análise de dados feita entre janeiro e julho deste ano, houve uma média de 8 interações por tweet do DP. O mesmo período abrigou mais de 39,2 mil interações dos seguidores com os conteúdos postados.
Estes números são indicadores de sucesso da nossa linha editorial, uma vez que a interatividade não é uma regra entre os usuários: boa parte deles usa o Twitter como fonte de leitura, mas de forma passiva. Inclusive um estudo apontou que mais de 40% dos usuários nunca enviou um único tweet, se restringindo a apenas ler os posts em seus feeds.

Entre janeiro e julho deste ano, o perfil do DP no Twitter conquistou mais de mil seguidores.

As localizações dos nossos seguidores se distribuem entre Pelotas, Rio Grande, Florianópolis (SC), Brusque (SC), Brasília (DF), Punta Del Este (Uruguay) e Porto (Portugal), só para citar algumas cidades.

Entre o clamor do debate político e o gosto pela informação via redes sociais - os dois principais motivos que levam os brasileiros a darem pelo menos uma checada diária no Twitter -, o DP focou sua estratégia no segundo grupo.

Nosso objetivo é simples: fazer com que os seguidores se sintam satisfatoriamente informados com as notícias mais relevantes para o seu dia a dia, com tudo no mesmo lugar, bastando apenas uma passada no feed.

E você? Já nos segue no Twitter? Está sentindo falta de um espaço informativo, contendo as notícias mais relevantes para o seu dia a dia e isento da infindável polarização que se enraizou nas redes sociais? Pode ter certeza de que este é o seu lugar.

Convite feito:
https://twitter.com/diariopopularRS


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