Reconhecimento

Dez anos sem Mozart Russomano

Ex-ministro pelotense se destacou por seu legado no campo jurídico, nacional e internacional

17 de Outubro de 2020 - 12h38 Corrigir A + A -

Por: Redação
web@diariopopular.com.br

Trajetória no Direito projetou seu nome (Foto: Infocenter DP)

Trajetória no Direito projetou seu nome (Foto: Infocenter DP)

O 17 de outubro é uma data importante para o campo jurídico. A data, em 2020, marca os dez anos do falecimento do jurista Mozart Victor Russomano, aos 88 anos. Sua contribuição para a área do Direito ultrapassou fronteiras e, ainda hoje, é reconhecida tanto no país quanto no exterior. Mozart Victor Russomano foi ministro vitalício e presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), além de ocupar os cargos de corregedor geral da Justiça do Trabalho, juiz-presidente e fundador da Junta de Conciliação e Julgamento - que acabou se tornando a 1ª Vara do Trabalho de Pelotas -, e presidente-fundador do Tribunal Administrativo da Organização dos Estados Americanos, em Washington.

Considerado como um notável magistrado, o pelotense atuou ainda como professor em mais de 15 universidades nacionais e internacionais, e recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Bordeaux (França) e pela Universidade San Martin (Peru).

Suas obras científicas no Direito do Trabalho e Direito Previdenciário são consideradas fundamentais e até mesmo indispensáveis nas bibliotecas das universidades brasileiras.

Artigos

Em 2012, nas celebrações de seus 122 anos, o Diário Popular lançou o livro O filho do caseiro, que reuniu as principais crônicas do ex-ministro Mozart Victor Russomano - a maioria delas publicada no Jornal (onde escreveu seu primeiro artigo aos 16 anos) -, além de textos inéditos. O livro foi editado pela Juruá, de Curitiba, empresa que faz questão desse trabalho, já que havia editado a maioria de suas obras jurídicas

Propriedade intelectual do Jornal Diário Popular

Comentários


Diário Popular - Todos os direitos reservados