Gauchão 2021

Tencati afirma que Xavante pecou nas definições, e considera empate ‘’amargo’’ no clássico

Comandante do Brasil se mostrou insatisfeito na coletiva após o 0 a 0 no Bra-Pel

05 de Abril de 2021 - 23h10 Corrigir A + A -
Comandante do Brasil se mostrou insatisfeito na coletiva após o 0 a 0 no Bra-Pel (Foto: Carlos Insaurriaga/GEB)

Comandante do Brasil se mostrou insatisfeito na coletiva após o 0 a 0 no Bra-Pel (Foto: Carlos Insaurriaga/GEB)

‘’A gente sufocou o Pelotas’’. Esta foi uma das principais avaliações do técnico Cláudio Tencati durante a entrevista coletiva posterior ao 0 a 0 no Bra-Pel de número 365, nesta segunda (5). Na visão do técnico, a etapa inicial se caracterizou por total superioridade de sua equipe.

‘’Faltou definir melhor. O Paulo Victor e o Netto tomaram algumas decisões equivocadas na hora da conclusão. Tivemos muito volume de jogo no primeiro tempo e encurralamos o adversário, mas pecamos para finalizar. A ideia dos dois centroavantes (Bruno Paraíba e Júnior Viçosa) se baseava nisso’’, comentou Tencati na sala de imprensa do Bento Freitas.

Claramente incomodado, o comandante não deixou de ressaltar pontos positivos na atuação do Brasil. ‘’A parte tática funcionou, só faltou definir. Marcamos bem e produzimos, girando a bola para furar o bloqueio rival. Também deveríamos ter aproveitado melhor as bolas paradas’’, disse ele, que apostou no já mencionado garoto Paulo Victor, recém-chegado do Atlético/MG, como meia construtor partindo do lado direito para a região central, enquanto Vidal dava amplitude.

Enfatizando a capacidade que o Pelotas teve para aproveitar situações de bola parada, entre as quais o zagueiro Silvio acertou a trave na ocasião mais clara do clássico, Tencati bateu diversas vezes na tecla de que o Xavante foi superior. ‘’Foi um empate amargo, amargo, amargo’’, nas palavras do treinador.

Contra São Luiz em casa e Juventude fora, compromissos restantes do Rubro-Negro no estadual, a briga é, segundo ele próprio, somar seis pontos e garantir a permanência na elite, ‘’porque o Brasil não pode ficar pressionado da maneira que está’’.


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