Reunião

Público nos estádios em Pelotas é pauta no Lobo

Comitiva de vereadores apresentou ao presidente Gilmar Schneider, na tarde desta quinta, o projeto de lei que pretende liberar torcida em jogos de futebol na cidade

22 de Julho de 2021 - 18h21 Corrigir A + A -
Boca do Lobo recebeu dirigentes do Pelotas e vereadores para debater projeto (Foto: Ederson Ávila)

Boca do Lobo recebeu dirigentes do Pelotas e vereadores para debater projeto (Foto: Ederson Ávila)

Dando continuidade às conversas com as direções dos clubes de futebol da cidade sobre a proposta de liberar o retorno do público aos estádios, a comitiva da Câmara Municipal esteve reunida nesta quinta-feira (22) com o presidente do Esporte Clube Pelotas, Gilmar Schneider, e sua diretoria. Participaram do encontro os vereadores Marcos Ferreira – o Marcola (PTB) –, Márcio Santos (PSDB) e Paulo Coitinho (Cidadania).

“A ideia é discutir a proposta de retorno com 10% da capacidade prevista no Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI) e demais protocolos, além de, claro,, debater detalhes do projeto com os dirigentes. Acreditamos que obedecendo todos os protocolos sanitários há plenas condições de retomar os eventos esportivos com público na cidade atualmente”, afirma o coordenador da comitiva e autor do projeto, vereador Marcola.

O presidente do Lobo frisa que apesar de o clube não estar disputando nenhuma competição, defende uma definição rápida para a questão da liberação dos torcedores. “Logo voltaremos a jogar e precisamos que gradativamente isso comece a voltar à normalidade, pois quem está em atividade precisa do público, e sem público não há renda, não há futebol”, declara Schneider.

Reforço na economia

Tanto quanto dar condições para os clubes voltarem a contar com a renda essencial das bilheterias, a proposta que começa a ser discutida na Câmara ambiciona incentivar a volta de atividades econômicas indiretamente ligadas ao futebol, como o comércio formal e informal de alimentos, bebidas e souvenires, entre outros.

“A presença dos torcedores é importante para movimentar a economia em torno do esporte, precisamos retomar isso”, argumenta Coitinho. Na mesma linha vai Márcio Santos, ao dizer que “um clube depende de sua torcida e não podemos fechar os olhos para o impacto disso na atividade econômica local”.

Na próxima semana o assunto deverá ser discutido com a direção do Grêmio Atlético Farroupilha.


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