Série B

Nada mudou

Brasil desperdiça oportunidades, perde mais uma e segue sem vencer no Campeonato Brasileiro

15 de Maio de 2019 - 00h05 Corrigir A + A -

Por: Henrique Risse
esporte@diariopopular.com.br 

Murilo Rangel desperdiçou uma boa oportunidade. (Foto: Jonathan Silva - Especial DP)

Murilo Rangel desperdiçou uma boa oportunidade. (Foto: Jonathan Silva - Especial DP)

O Brasil cumpriu à risca o roteiro de todos os seus jogos nesta Série B do Campeonato Brasileiro. Criou oportunidades, desperdiçou todas, deu brechas para o adversário e foi derrotado. Depois de perder assim para Bragantino, Londrina e CRB, nesta terça-feira (14) foi a vez do Figueirense tirar proveito dos problemas xavantes e vencer pela primeira vez na competição.

A derrota por 1 a 0 no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, mantém o rubro-negro na lanterna da Segunda Divisão nacional. Sem marcar um gol sequer até aqui - pior ataque ao lado do América-MG -, o Brasil tem a pior defesa e carrega o peso de ser a única equipe que ainda não balançou as redes adversárias. Agora, o Xavante tem dez dias para tentar pôr a casa em ordem antes da próxima partida. O time da Baixada só volta a jogar no dia 25, quando recebe o América-MG, no Bento Freitas, pela 5ª rodada.

Ao contrário do que se esperava, Rogério Zimmermann não mexeu na equipe e mandou a campo o mesmo time que perdeu por 2 a 0 para o CRB no sábado passado. Perguntado após a partida sobre a opção de deixar Rafael Grampola no banco de reservas e manter Bruno Paulo improvisado como centroavante, o comandante foi ríspido. "O Brasil não é time de várzea para o jogador chegar e fardar. Isso só na várzea. Não sei para que vocês perguntam isso, pois já sabem a resposta. Não tem jogador da posição em condições ideais, segue o Bruno."

O jogo mal tinha começado e o Xavante quase entregou um gol para o adversário. Aos quatro minutos, Carlos Jatobá tentou sair jogando e deu o passe nos pés de Rafael Marques. O centroavante chutou de muito longe e Carlos Eduardo fez uma grande defesa. O lance, porém, foi um fato isolado na partida. O time rubro-negro entrou no jogo rapidamente e até conseguiu levar perigo à meta do goleiro Dênis. Aos nove, Branquinho puxou o contra-ataque e rolou para Murilo Rangel isolar.

O confronto ficou morno, com muitos erros de ambos os lados. Mas nos minutos finais, os dois times tiveram boas chances para abrir o placar. O Brasil chegou aos 43 minutos, com Juba, que finalizou por cima, após boa trama do ataque. Nos acréscimos, o Figueira esteve muito perto do gol, mas o cabeceio de Matheuzinho passou à esquerda das traves.

Segundo tempo
Já com Marcinho em campo, que entrou na vaga de Juba, o Brasil voltou melhor para a segunda etapa. Tanto que quase marcou logo aos seis minutos, com Branquinho. Ele recebeu ótimo passe de Bruno Paulo, avançou livre e chutou forte, para boa defesa de Dênis. O mesmo Branquinho teve a chance no rebote, mas o atacante tentou de voleio e mandou por cima.

O futebol não costuma perdoar erros como o de Branquinho e dois minutos mais tarde veio o castigo. O ex-Xavante Breno fez boa jogada pelo lado esquerdo e cruzou, João Diogo apareceu livre na área e abriu o placar no Orlando Scarpelli.

Enquanto isso, Diogo Oliveira e Rafael Grampola assistiam a tudo do banco de reservas. O meia entrou aos 13 minutos, no lugar de Murilo Rangel, enquanto o centroavante só foi aparecer aos 20, na vaga de Bruno Paulo. A partir dessas mudanças, o time rubro-negro passou a dominar o meio-campo e o empate quase saiu. Na melhor chance, Diogo Oliveira mandou um chutaço de fora da área e a bola tirou tinta da trave de Dênis.

O Brasil foi para o tudo ou nada nos últimos minutos, mas não conseguiu levar perigo na bola aérea. Ainda teve tempo para Leandro Camilo quase entregar o segundo gol. Mas o próprio zagueiro conseguiu se recuperar e travar a finalização de Matheus Lucas.

O Brasil cumpriu à risca o roteiro de todos os seus jogos nesta Série B do Campeonato Brasileiro. Criou oportunidades, desperdiçou todas, deu brechas para o adversário e foi derrotado. Depois de perder assim para Bragantino, Londrina e CRB, ontem foi a vez do Figueirense tirar proveito dos problemas xavantes e vencer pela primeira vez na competição.
A derrota por 1 a 0 no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, mantém o rubro-negro na lanterna da Segunda Divisão nacional. Sem marcar um gol sequer até aqui - pior ataque ao lado do América-MG -, o Brasil tem a pior defesa e carrega o peso de ser a única equipe que ainda não balançou as redes adversárias. Agora, o Xavante tem dez dias para tentar pôr a casa em ordem antes da próxima partida. O time da Baixada só volta a jogar no dia 25, quando recebe o América-MG, no Bento Freitas, pela 5ª rodada.
Ao contrário do que se esperava, Rogério Zimmermann não mexeu na equipe e mandou a campo o mesmo time que perdeu por 2 a 0 para o CRB no sábado passado. Perguntado após a partida sobre a opção de deixar Rafael Grampola no banco de reservas e manter Bruno Paulo improvisado como centroavante, o comandante foi ríspido. "O Brasil não é time de várzea para o jogador chegar e fardar. Isso só na várzea. Não sei para que vocês perguntam isso, pois já sabem a resposta. Não tem jogador da posição em condições ideais, segue o Bruno."
O jogo mal tinha começado e o Xavante quase entregou um gol para o adversário. Aos quatro minutos, Carlos Jatobá tentou sair jogando e deu o passe nos pés de Rafael Marques. O centroavante chutou de muito longe e Carlos Eduardo fez uma grande defesa. O lance, porém, foi um fato isolado na partida. O time rubro-negro entrou no jogo rapidamente e até conseguiu levar perigo à meta do goleiro Dênis. Aos nove, Branquinho puxou o contra-ataque e rolou para Murilo Rangel isolar.
O confronto ficou morno, com muitos erros de ambos os lados. Mas nos minutos finais, os dois times tiveram boas chances para abrir o placar. O Brasil chegou aos 43 minutos, com Juba, que finalizou por cima, após boa trama do ataque. Nos acréscimos, o Figueira esteve muito perto do gol, mas o cabeceio de Matheuzinho passou à esquerda das traves.
Segundo tempoJá com Marcinho em campo, que entrou na vaga de Juba, o Brasil voltou melhor para a segunda etapa. Tanto que quase marcou logo aos seis minutos, com Branquinho. Ele recebeu ótimo passe de Bruno Paulo, avançou livre e chutou forte, para boa defesa de Dênis. O mesmo Branquinho teve a chance no rebote, mas o atacante tentou de voleio e mandou por cima.
O futebol não costuma perdoar erros como o de Branquinho e dois minutos mais tarde veio o castigo. O ex-Xavante Breno fez boa jogada pelo lado esquerdo e cruzou, João Diogo apareceu livre na área e abriu o placar no Orlando Scarpelli.
Enquanto isso, Diogo Oliveira e Rafael Grampola assistiam a tudo do banco de reservas. O meia entrou aos 13 minutos, no lugar de Murilo Rangel, enquanto o centroavante só foi aparecer aos 20, na vaga de Bruno Paulo. A partir dessas mudanças, o time rubro-negro passou a dominar o meio-campo e o empate quase saiu. Na melhor chance, Diogo Oliveira mandou um chutaço de fora da área e a bola tirou tinta da trave de Dênis.
O Brasil foi para o tudo ou nada nos últimos minutos, mas não conseguiu levar perigo na bola aérea. Ainda teve tempo para Leandro Camilo quase entregar o segundo gol. Mas o próprio zagueiro conseguiu se recuperar e travar a finalização de Matheus Lucas.


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