Futebol

Clássico mundial

Eternos rivais, Brasil e Argentina disputam amistoso nesta sexta-feira, na Arábia Saudita

14 de Novembro de 2019 - 23h47 Corrigir A + A -
Último encontro foi na semifinal da Copa América deste ano (Foto: Lucas Figueiredo - CBF)

Último encontro foi na semifinal da Copa América deste ano (Foto: Lucas Figueiredo - CBF)

Pela quinta vez desde que o técnico Tite assumiu o comando da Seleção Brasileira, ele terá pela frente a Argentina, naquele que é considerado um dos grandes clássicos do futebol mundial. O próximo encontro entre as duas equipes será nesta sexta-feira (15), em Riade, na Arábia Saudita. A bola rola a partir das 14h (de Brasília).

Desde 2016 como técnico da Seleção Brasileira, Tite tem bom retrospecto contra os vizinhos sul-americanos. Até aqui foram três vitórias e uma derrota. O último triunfo foi na semifinal da Copa América deste ano, quando Gabriel Jesus e Roberto Firmino marcaram no 2 a 0 para o Brasil. “É um grande clássico. Houve momentos com Messi, momentos sem, momentos decisivos, como na Copa América. Ainda não enfrentei a Argentina na Argentina. Jogamos na Austrália, na Arábia e duas vezes em Minas Gerais”, lembrou Tite.

De fato, Brasil e Argentina se enfrentaram na Arábia Saudita há pouco mais de um ano. Em 2018, a Seleção Brasileira levou a melhor por 1 a 0, com um gol marcado nos minutos finais pelo zagueiro Miranda. “Sobre repetir esse jogo na Arábia, temos uma boa lembrança, da vitória com gol do Miranda nos minutos finais. Estava um clima legal. Espero que isso se repita”, comentou o técnico.

Mais uma vez, o grande desafio do treinador é encontrar uma maneira de marcar Lionel Messi. Fora das últimas convocações, o melhor jogador do mundo está de volta e será titular contra o Brasil.

“Ele é um jogador diferente, tem qualidades técnicas impressionantes. A gente nunca neutraliza um jogador assim. Diminuímos as virtudes. Futebol é um esporte coletivo. Um coletivo forte vai potencializar um Coutinho, Firmino, Willian, assim como Otamendi, Aguero. Estamos tratando de Messi. Ele é um jogador diferenciado. Quando eu estava no Corinthians, passava três dias para ver como ia marcar o Neymar. Me criei no Caxias contra o Ronaldinho Gaúcho. O trabalho em equipe pode potencializar, depois o talento individual ajuda”, analisou.


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