Análise

Brasil: dificuldades se repetem desde o início do Gauchão

O que o Bra-Pel 365 diz sobre o time de Tencati

05 de Abril de 2021 - 22h08 Corrigir A + A -

Muito longe do ideal e abaixo do esperado. Assim podemos analisar o Brasil de Cláudio Tencati neste Gauchão. No empate por 0 a 0 com o Pelotas no Bento Freitas, a equipe rubro-negra voltou a demonstrar dificuldades para criar oportunidades de gol e para vencer em casa, o que ainda não aconteceu no campeonato. 

Tencati surpreendeu ao escalar o jovem Paulo Victor como titular no meio-campo e um ataque com Bruno Paraíba e Júnior Viçosa, dividindo a referência no 4-4-2. Viçosa, aliás, mostrou em poucos toques que está em um outro patamar técnico. Paulo Victor apareceu bem como extrema direita, mas faltou ao setor de meio-campo a aproximação para servir os atacantes. O time teve Matheus Nogueira; Vidal, Ícaro, Camilo e Arthur; Everton Dias, Rômulo, Paulo Victor e Netto; Bruno Paraiba e Júnior Viçosa.

No Bra-Pel 365, Viçosa e Bruno Paraíba não deram certo não por estarem juntos em características mais semelhantes, mas sim porque não foram acionados com qualidade. Eles se esforçaram: fizeram pivô, brigaram pela primeira e segunda bolas, buscaram o posicionamento e apareceram bem. Mas a bola não chegou em condições de finalização. 

O fato é que Viçosa e Paulo Victor mostraram que sim, reforços eram necessários e chegam em boa hora, na reta final e decisiva do Gauchão. Estão aprovados tecnicamente, elevando o nível do elenco. Mas Tencati ainda não conseguiu fazer a sua equipe evoluir taticamente. No clássico, a oscilação foi evidente. E a palavra rebaixamento ainda segue no dicionário xavante na competição. 

 

 

 


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