Comércio

Vendas de brinquedos ficam 7% abaixo de 2019

Na mesma comparação, as vendas, de modo geral, ficaram 41% menores em relação ao ano passado

14 de Outubro de 2020 - 10h15 Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

A rápida reposição de itens nas prateleiras garantiu os brinquedos preferidos das crianças ainda nesta terça (Foto: Carlos Queiroz - DP)

A rápida reposição de itens nas prateleiras garantiu os brinquedos preferidos das crianças ainda nesta terça (Foto: Carlos Queiroz - DP)

O dia ensolarado e a temperatura acima da semana anterior acabaram atrapalhando as vendas do comércio no feriado de segunda-feira (12), em homenagem à Nossa Senhora Aparecida, quando também se comemorou o Dia da Criança. As lojas maiores abriram as portas, segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista (Sindilojas), Renzo Antonioli, que contabilizou a venda de brinquedos para a data 7% abaixo do ano passado.

Na mesma comparação, as vendas, de modo geral, ficaram 41% menores. Se as lojas tivessem funcionado também no domingo, os resultados teriam sido melhores, avalia o presidente. O tíquete médio dos presentes ficou em R$ 112,00 e 36% dos pagamentos foram feitos à vista, de acordo com o levantameto do Sindilojas. Os outros 64% foram efetuados em cartões de crédito ou pelos crediários próprios das lojas.

Nas lojas, a procura pelos presentes foi considerada boa, principalmente pelas compras antecipadas, explica a gerente de Marketing de uma rede especializada, Graziele Quevedo. Sexta-feira e sábado foram os melhores dias na loja dentro do Shopping Pelotas. Alguns produtos chegaram a faltar, pela procura maior, e nesta terça foi um dia de trocas e de procura pelos últimos presentes, diz. “Nem parecia que tinha pandemia”, lembra a lojista Lucimara Tuchtenhagen, avaliando o movimento dos últimos dias na loja, que também é especializada em brinquedos.

Com estoque semelhante ao de 2019, também viu alguns produtos acabarem mais cedo. Na sua opinião, a queda nas vendas da loja ficou abaixo de 10%. Sobre itens mais vendidos, Lucimara aponta os jogos, confirmando a tendência de a família estar mais reunida para brincar na pandemia.


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