Dia dos Namorados

Venda de presentes pode ter crescimento de 6%

Levantamento do Sindilojas mostra otimismo dos comerciantes para a data mais romântica do calendário

10 de Junho de 2022 - 19h09 Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

Mix variado de presentes foi preparado para o Dia dos Namorados por alguns lojistas (Foto: Jô Folha - DP)

Mix variado de presentes foi preparado para o Dia dos Namorados por alguns lojistas (Foto: Jô Folha - DP)

Para o Dia dos Namorados, a data mais romântica do ano, comemorado no domingo (12), a expectativa dos lojistas pelotenses é que a venda de presentes tenha crescimento de 6% sobre os resultados de 2021, segundo levantamento feito pelo Sindicato do Comércio Varejista (Sindilojas) de Pelotas.

De acordo com o presidente Renzo Antonioli, o número de pessoas casadas que comemoram a data, atualmente, está surpreendendo a cada ano - e não apenas os jovens casais, lembra. Nas vitrines das lojas, o apelo para a data não é muito forte. Apenas algumas apresentam sugestões de presentes, cercadas de corações e balões vermelhos.

De acordo com o levantamento, calçados, roupas, perfumes, flores e artigos esportivos lideraram as preferências dos consumidores até ontem, com tíquete médio de R$ 127,00. Na hora de efetuar o pagamento, nenhuma forma apresentou maior resultado: 51% foram para a vista, com cartão de débito ou dinheiro, e 49% para parcelamento.

Com opções variadas, os lojistas esperam que o movimento maior de clientes ocorra hoje e amanhã, seguindo uma tradição para a data, de compras de presentes de última hora. Como o Dia dos Namorados coincide com o domingo neste ano, a expectativa de alguns fica um pouco menos positiva. Com sugestões variadas e preços a partir de R$ 35,00, o lojista José Maria da Silva optou por sugestões que remetam a conteúdos, explica. Como exemplo, cita canecas com frases, que neste ano vêm em kits especiais para a data. Na loja, o tíquete médio, até ontem, era de R$ 50,00 e R$ 70,00.

Quem prefere presentear com flores pode se surpreender neste ano. Uma única rosa, sem qualquer arranjo, está com seu preço médio entre R$ 10,00 e R$ 12,00. “Subiu para o Dia das Mães e não baixou. Só subiu mais agora”, diz o comerciante Marcelo Bastos, estabelecido há menos de um ano no Calçadão da Andrade Neves.
Se a escolha for por um buquê com seis rosas, o preço a ser pago é de R$ 130,00. Mas se a unidade da rosa vier em um arranjo, seu custo para o cliente vai para a partir de R$ 15,00, diz Bastos, que considera o movimento fraco no seu ramo de negócio, desde o início da Covid-19. Sua expectativa é que a procura pelas flores seja maior no sábado. Um vaso de begônia pode ser uma opção, por a partir de R$ 33,00.


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