Calorão

Temperatura alta favorece a venda da modinha de verão

Peças preferidas pelas clientes são mesmo os biquínis e as saídas de praia, com preços médios de R$ 20,00 cada

26 de Janeiro de 2022 - 10h21 Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

Calçadão teve pouco movimento na tarde desta terça (25) (Foto: Jô Folha - DP)

Calçadão teve pouco movimento na tarde desta terça (25) (Foto: Jô Folha - DP)

O sol forte e as temperaturas altas da últimas semanas têm estimulado as vendas da chamada modinha feminina de verão - mais menos que o esperado. O movimento de consumidores na área central da cidade era fraco mesmo no final da tarde, nesta terça-feira (25), e poucos eram aqueles que carregavam pacotes de compras.

Nas vitrines das lojas, o apelo para os consumidores era grande, principalmente de produtos com tecidos mais leves. “O calorão afasta um pouco os clientes, principalmente nos sábados”, conta a vendedora Daniela Corrêa, que atendia junto à porta de uma das lojas do Calçadão da rua Andrade Neves.

As peças preferidas pelas clientes são mesmo os biquínis e as saídas de praia, com preços médios de R$ 20,00 cada, mostra Daniela. Destes produtos, a reposição dos estoques está garantida por mais um tempo, diz. A cliente Ana Maria (nome usado para que não seja identificada) confessou que usou o tempo livre para pequenas compras, apesar do calor de 31°C, com sensação térmica de 37°C graus.

Com o Calçadão praticamente vazio, poucas lojas tinham clientes - a maioria deles estavam naquelas em que havia promoções, principalmente onde a troca das coleções de calçados para as próximas estações já está estimulando as liquidações e os descontos nos estoques atuais. Nas vitrines, o colorido das peças chama bastante a atenção.

Preferências trocadas

Atenta a toda a movimentação da tradicional galeria da área central, a comerciante Rose de Deus tem notado um fluxo menor de clientes nos dias de temperaturas mais altas. “Está tudo parado”, avalia. Sucos e água e, às vezes, um café gelado substituem o tradicional cafezinho, conta. “A venda de café é zero”, reitera, lembrando que os clientes foram para praia.


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