Números

Fenadoce extra de Natal vendeu mais de 178 mil doces

Novo formato do evento deixou doceiros satisfeitos em relação à comercialização dos produtos

06 de Janeiro de 2021 - 10h24 Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

Comercialização presencial foi reforçada, em tempos de Covid-19, pela utilização do aplicativo  (Foto: Jô Folha - DP)

Comercialização presencial foi reforçada, em tempos de Covid-19, pela utilização do aplicativo (Foto: Jô Folha - DP)

A avaliação só pode ser positiva para a edição extra de Natal da Feira Nacional do Doce (Fenadoce), evento anual da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Pelotas, que ganhou novo formato neste final de ano, com a utilização de aplicativo para incrementar as vendas presenciais, beneficiando as doceiras da cidade e a sua tradicional produção.

Balanço feito pela assessoria do evento aponta a comercialização de 178.475 doces entre os dias 5 e 31 de dezembro. Nesta terça-feira (5), a Associação dos Produtores de Doces de Pelotas esteve reunida no começo da noite, para avaliação e prestação de contas do evento, mas a presidente Simone Bica já adiantou que os associados ficaram satisfeitos com os resultados. “Estávamos quase todas paradas”, lembra a doceira.

Movimentou o setor e também a cidade, destacou Simone. Não só financeiramente, mas como mostra do trabalho que fazem. “A Fenadoce é o ponto alto do nosso trabalho e, sem ela, ficamos como?”, questiona a presidente. As vendas da Fenadoce de Natal serviram para dar folego aos associados para o novo ano. Reunidos, com o apoio da CDL e de outros parceiros, agora eles buscarão iniciativas para os próximos meses, adianta.

Nesta quarta, o Conselho Gestor da CDL estará reunido, adiantou nesta terça Enio Ferreira, um dos seus integrantes. Será a primeira reunião do ano, quando deverá entrar na pauta a participação da gerente executiva da entidade, Adriane Silveira, empossada como secretária de Educação na segunda gestão da prefeita Paula Mascarenhas.

“Foi um evento muito importante para a Associação das Doceiras. Muitas delas não têm ponto de venda próprio e dependem anualmente da Fenadoce. Por isso, adaptamos o evento a uma edição especial que também valorizou o comércio da nossa cidade e os artistas locais”, diz Ferreira.


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