Mas já?

Espírito natalino começa a aparecer no comércio

Exposição dos produtos voltados às festas de final de ano foi antecipada

17 de Outubro de 2020 - 14h20 Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

Árvores tradicionais ou em led se destacam entre os produtos já disponíveis (Foto: Jô Folha - DP)

Árvores tradicionais ou em led se destacam entre os produtos já disponíveis (Foto: Jô Folha - DP)

Parece muito cedo, pois acabamos de comemorar o Dia da Criança, no dia 12, e a vitrine surpreende muitos consumidores que circulam pela área central de Pelotas. Mas o espírito natalino começa a contagiar os clientes, conta a vendedora Cristiane Ritter. “Todos os dias a gente vende coisas de Natal”, completa Caroline Rodrigues, que divide com ela o trabalho na loja.

Com o mesmo volume de estoque do ano passado, foi antecipada a exposição do mix de produtos por uma necessidade, concorda Cristiane. As sobras do Natal passado foram poucas, mas o fabricante antecipou as entregas das mercadorias compradas, diante das incertezas da pandemia do Covid-19. “Tudo o que acabar não tem como repor”, adianta a vendedora.

A vitrine foi montada na segunda quinzena de setembro e a procura pelos clientes não parou desde então, explica. Na sua opinião, as pessoas estão querendo alegrar as suas casas. Entre os itens mais procurados estão os presépios em vários modelos, o Papai Noel, que ganhou novas versões em diferentes cores, além do tradicional em vermelho, e as árvores natalinas de led.

Para quem prefere as árvores verdes convencionais, a variedade vai das minis, que custam R$ 10,00, até as de 2,10 metros, vendidas por R$ 1.530,00. Se preferência recair sobre uma branca, a opção com 1,80 metro custa R$ 530,00, diz Cristiane.

Entre as novidades, estão os adereços para incrementar o Papai Noel, com preços a partir de R$ 10,00. Entre os presépios, estão à venda os completos, por R$ 300,00, e os menores, apenas com a Sagrada Família, a partir de R$ 69,00. E na hora de pagar, a vendedora conta que a maioria prefere parcelar as compras.

Propriedade intelectual do Jornal Diário Popular

Comentários


Diário Popular - Todos os direitos reservados