Sabores

Espaço histórico para a tradição pelotense

Montado em área de 13 metros quadrados, com uma fachada de 1,15 metro, o Empório Pelotense Doceria Artesanal funciona desde o final de março na rua Félix da Cunha, 607-A

05 de Abril de 2019 - 14h00 Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

Ambiente. Pequeno espaço foi bem planejado para 
receber o Empório Pelotense (Foto: Jô Folha - DP)

Ambiente. Pequeno espaço foi bem planejado para receber o Empório Pelotense (Foto: Jô Folha - DP)

Crepes de charque e pavês de pêssego, junto com os tradicionais doces pelotenses, tornam o local ainda mais peculiar. Montado em área de 13 metros quadrados, com uma fachada de 1,15 metro, o Empório Pelotense Doceria Artesanal funciona desde o final de março na rua Félix da Cunha, 607-A, em prédio histórico, que abrigou, mais recentemente, a Casa da Banha.

O Empório Pelotense já existia online, lembra Larissa Camargo, que, junto com Eduardo Soares, trouxe para o espaço físico a proposta de unir a gastronomia ao prédio histórico. O sobrado, construído entre 1830 e 1835, na esquina das ruas Princesa Isabel com Félix da Cunha, com características coloniais, serviu de quartel-general a tropas imperiais na Revolução Farroupilha.

A otimização do espaço do pequeno corredor deu funcionalidade ao empreendimento, minuciosamente pensado. Mobiliário e equipamentos atendem às modernas exigências do negócio, que oferece produtos tradicionais da doçaria pelotense, mas também criações artesanais, como a cuca cremosa, indica Larissa, que começou fazendo doces por hobby, para vender na escola e na faculdade. “Nós tivemos a ideia e a Cláudia aceitou”, diz a jovem empresária. A arquiteta Cláudia Soares é mãe de Eduardo e sogra de Larissa.


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