Trabalho

Cigarros e fumos entram no mutirão da Receita

21º Mutirão Nacional de Destruição de Mercadorias Apreendidas inutilizou mais de 20,5 toneladas

20 de Junho de 2018 - 15h21 Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

Destruição. Mercadorias apreendidas no país são 
inutilizadas para consumo. (Foto: Tânia Rego/Agência Brasil)

Destruição. Mercadorias apreendidas no país são inutilizadas para consumo. (Foto: Tânia Rego/Agência Brasil)

Pelotas teve 20,5 toneladas de cigarros e fumos inutilizadas, totalizando R$ 3,85 milhões, durante o 21º Mutirão Nacional de Destruição de Mercadorias Apreendidas, de acordo com balanço realizado pela Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil (RFB) - 10ª Região Fiscal, com sede em Porto Alegre.

Procedentes de Pelotas, Bagé e Jaguarão, estas mercadorias foram encaminhadas para serem incineradas na cidade de Nova Santa Rita. “O que entra mais é cigarros”, diz Alice Braga, que atua na Delegacia da RFB em Pelotas, com jurisdição também sobre os outros dois municípios das fronteiras com o Uruguai.

Destruições de pequenas mercadorias já vinham ocorrendo em Pelotas, fora do mutirão. Agora é aguardada a realização de licitação para a coleta de novas mercadorias apreendidas, a serem encaminhadas posteriormente para a destinação correta. Ao Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas (Sanep), também são repassados resíduos.

Em nível nacional, o 21º Mutirão, realizado na primeira semana do mês, destruiu mais de 3,3 mil toneladas de mercadorias apreendidas em todo o país, somando R$ 475 milhões em autuações fiscais. A previsão é que as destruições ocorreram até o final deste mês.

O primeiro mutirão realizado pela RFB ocorreu em agosto de 2007, somando 900 toneladas, o equivalente a R$ 43 milhões em autuações fiscais. Na segunda edição, no final do mesmo ano, o total cresceu para duas mil toneladas e R$ 63 milhões.


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