Editorial

A vigilância do alto

03 de Março de 2018 - 05h00 0 comentário(s) Corrigir A + A -

A tecnologia é a grande aliada dos governos, em todas as áreas. Saúde, educação, transporte, administração e, principalmente, segurança, contam com inúmeras ferramentas _ e novas que surgem a cada dia _ para melhorar o desempenho do serviço público a favor das comunidades.

No caso específico da segurança, bandeira erguida no mastro mais alto da cidade e hoje responsável por mobilizar uma legião de funcionários da prefeitura e seus parceiros, que abraçaram a causa, nunca foi tão necessário dispor desses mecanismos. E as câmeras de segurança ganham papel de destaque no trabalho de monitoramento. São essenciais para o controle e a identificação de vários tipos de cenários, como acidentes, assaltos, conflitos e episódios relevantes.

Investir em câmeras de segurança ganhou relevância. É preciso apostar pesadamente. Nos pontos estratégicos, nas áreas de grande aglomeração, em praças, parques, zonas universitárias e comerciais, estádios de futebol, centro histórico, bairros. E aproximar-se daquelas já existentes, particulares, que também podem contribuir em situações de checagem. Numa rede única, amarrada. Isso pode ser feito.

Vários municípios do Brasil estão colocando dinheiro nesse modelo de vigilância, com rápidos resultados. Parcerias com órgãos públicos têm ajudado a tirar do papel tais projetos. Na cidade interiorana de Piedade (São Paulo) a prefeitura colocou R$ 166 mil no videomonitoramento, com câmeras, inclusive, nos veículos da Guarda Municipal. E o retorno já acontece.

A prefeitura de Pelotas também tem apostado em parcerias para ampliar o alcance de seus "olhos". Acerta nesse aspecto. Mas pode investir ainda mais num modelo que, bem usado, agrega no trabalho de segurança pública. O futuro pode ser benéfico a todos e não pode assustar.


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