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Por uma cultura de futuro

07 de Fevereiro de 2018 - 05h00 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Por: Claudia Oliveira, Superintendente comercial da Rio Grande Seguros e Previdência

Qual o futuro que queremos? Frequentemente somos instados a refletir sobre essa pergunta, seja no plano coletivo ou individual. Isso acontece, por exemplo, a cada dois anos, quando vamos às urnas para escolher nossos representantes. Também, no momento de escolhermos nossos rumos pessoais e profissionais. E quando o imponderável nos obriga a pensar em novos caminhos.

Apesar disso, o futuro encontra espaço insuficiente em nosso dia a dia. Ainda somos muito movidos pelo imediato, sem pensar para além dos próximos dias ou meses. No Brasil, não temos uma cultura consolidada de planejamento e de visão de longo prazo.

Os números não deixam dúvidas. Segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, apenas um quarto da população economicamente ativa faz algum investimento, como poupança.

Como resultado, muitas pessoas se veem desprevenidas quando ocorre um incidente extraordinário: a morte ou incapacitação do provedor da família, por exemplo. Situações difíceis que poderiam ser atenuadas com medidas simples de planejamento financeiro.

O momento atual é propício para um novo paradigma, com as pessoas passando a ter efetivamente o controle do que querem para seu futuro. Uma poupança, um seguro de vida, uma previdência privada são bons caminhos para começar. Planos que cabem no orçamento familiar podem ser encontrados nos principais operadores do setor e instituições bancárias como o Banrisul.

Esse processo será positivo não só para o indivíduo, mas também ajudará a desonerar o Estado. Isso porque tornará a sociedade menos dependente dos governos, sobretudo neste cenário de recursos exíguos. E, também, gerará um maior senso de longo prazo, tornando melhores nossas decisões no plano coletivo. Para isso, a mudança deve iniciar na base, com educação financeira nas escolas. Já disse sabiamente o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill: “Se pudesse, escreveria a palavra ‘seguro’ na porta de cada casa, na frente de cada homem, tão convencido estou de que, mediante um módico desembolso, um seguro pode livrar as famílias de catástrofes irreparáveis”. Avançar em uma cultura de futuro é um importante passo para uma vida melhor a todos.


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