Ponto de Vista

Nos rumos da comunicação pelo terceiro setor

17 de Março de 2016 - 05h00 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Por: Aline Wolff da Fontoura, jornalista da Painel WH Comunicação

Há algo que aprendi a respeitar e a amar, com carinho especial, na minha trajetória junto ao mercado corporativo: o terceiro setor.

Sempre fui impulsionada à benevolência, mas ajudava à revelia, quando dava, quando podia. Em 2015, um projeto especial da cliente Colnaghi Imóveis fez minha ficha cair. Após três edições realizadas, o jantar Nhoque da Sorte Colnaghi Imóveis culminou na participação de cerca de 300 pessoas no Lindoia Tênis Club, em Porto Alegre. As beneficiadas foram o Cerepal - Centro de Reabilitação de Porto Alegre - e projeto Bicho de Rua. Quanta luz, quanto aprendizado!

A equipe qualificadíssima da organização, a quem devo considerações importantes para Paulo Colnaghi, Luciane Flores e Ricardo Fernandes, impulsionou a profissionalização do marketing para o terceiro setor dentro da Painel WH. Depois disso vieram contatos espontâneos como o da Caudeq - Centro de Atenção Urbana à Dependência Química, em Novo Hamburgo. O trabalho seguiu e cresceu junto com a demanda carente que presenciamos na sociedade. Por fim, ganhou voos maiores.

Sou das máximas, e outra que gosto muito são as leis da energia e da atração. Logo, em pouco tempo estava alinhada com Patrícia Jardim, Glenda Passuello e Luiz Mascani no projeto A Ponte Social. Minha gratidão a esses excelentes profissionais que fazem a economia girar com amor no coração e olhos no social. O conceito deste negócio, que tem a essência do marketing para o terceiro setor, já nasceu forte. E muitas histórias sobre ele vale compartilhar.

Com o projeto A Ponte Social presenciamos o tratamento de muitas crianças. Participamos e torcemos para que todas recuperem seus projetos de vida. Presenciamos a euforia da equipe quando as conquistas são grandes e o sorriso dos pequenos quando arrecadamos brinquedos no Dia da Criança e no Natal. Nós, comunicadores, temos acesso a tudo isso.
Nós, comunicadores, temos acesso à realidade e, principalmente, à transformação.


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