Cidadania

Bairro da Gente movimenta a Colônia Z3

Evento promovido pela prefeitura levou serviços e entretenimento à população; novidade desta programação foi o recadastramento dos pescadores feirantes que fazem a venda direta do pescado ao consumidor

14 de Abril de 2018 - 13h49 Corrigir A + A -

Por: Ana Cláudia Dias
anacl@diariopopular.com.br 

Secretaria de Transporte e Trânsito está cadastrando pessoas com direito as vagas de estacionamento para idosos e deficientes (Foto: Jô Folha - DP)

Secretaria de Transporte e Trânsito está cadastrando pessoas com direito as vagas de estacionamento para idosos e deficientes (Foto: Jô Folha - DP)

Moradora Caroline Conde pede por médico no posto de saúde e mais segurança (Foto: Jô Folha - DP)

Moradora Caroline Conde pede por médico no posto de saúde e mais segurança (Foto: Jô Folha - DP)

O sábado (14) foi de mais uma edição do Bairro da Gente. Desta vez o encontro da comunidade com a prefeitura aconteceu na Colônia Z3. A atividade teve início às 10h e contou com quiosques de serviços e informações de várias secretarias e apoiadores. A novidade desta programação foi o recadastramento dos pescadores feirantes que fazem a venda direta do pescado ao consumidor.

Os moradores que foram até o evento puderam desfrutar de serviços como corte de cabelo, exame de visão, orientação e informações do Procon. Também houve atividades pedagógicas com as crianças, feitas pela Vigilância Ambiental, e inscrição para o pré-Enem nos bairros com a Secretaria de Assistência Social, entre outros.

Às 14h aconteceu uma audiência pública com a presença da prefeita Paula Mascarenhas (PSDB). Ela disse que há sempre uma grande expectativa em torno das demandas que devem vir da comunidade, mas lembrou que este ano já houve conquistas, como a passagem de ônibus - que passou a ter o mesmo valor cobrado na zona urbana. "É sempre uma surpresa, mas é muito bom nos confrontarmos com a realidade dos bairros", comentou.

Segundo o subprefeito do 2º Distrito, Luiz Renato Fagundes, as reivindicações são antigas e ainda sem solução. Uma delas é em relação à falta de médicos no posto de saúde. Demanda esta confirmada pela moradora Caroline Portela Conde, 33. A dona de casa também aproveitou a oportunidade para fazer um exame de visão e dar ao filho uma tarde de entretenimento. "Aqui é muito bom, mas faltam coisas básicas como atividades culturais para as crianças, melhor iluminação nas ruas e segurança à noite."

Uma outra reclamação frequente é quanto ao alagamento da chamada rua do "S", por onde passa o transporte coletivo. A qualquer chuva a rua se torna intransitável. O secretário de Desenvolvimento Rural, Jair Seidel, disse que no local as casas estão abaixo do nível da rua, por este motivo é preciso fazer um estudo de drenagem. Uma pavimentação faria com que a água escoasse para dentro dos pátios das residências. "Nossa meta é buscar uma solução técnica, para tirar a água da rua."


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