Brasil

Jogadores do rubro-negro falam dos preparativos para o Gauchão

Itaqui e Deyvid Sacconi destacam a força do Bento Freitas e a importância de começar vencendo

05 de Janeiro de 2018 - 11h30 Corrigir A + A -
Sacconi deve comandar o meio-campo rubro-negro (Jonathan Silva - AI GEB).

Sacconi deve comandar o meio-campo rubro-negro (Jonathan Silva - AI GEB).

Mesmo faltando mais de dez dias para a estreia, a expectativa para o duelo contra o Juventude cresce cada vez mais no Xavante. Enquanto isso, o elenco trabalha firme, revezando atividades físicas e com bola, preparando-se inicialmente para o primeiro teste, que ocorre na terça-feira, diante do Sindicato dos Atletas.

Uma das grandes novidades que o torcedor xavante poderá acompanhar no confronto é o meia Deyvid Sacconi. O jogador que já passou por vários clubes do país e no futebol do exterior, falou sobre sua experiência no clube até o momento. “Está tudo tranquilo até agora. Estamos trabalhando bastante. Quero mostrar por que eu vim, mostrar as minhas qualidades. Espero fazer um grande campeonato”, analisou.

O atleta também comentou a força do clube. Para ele, vencer em casa será um grande passo. “O Brasil é muito forte, principalmente dentro de casa. Temos que usar nossa força. Se fizermos o dever de casa, já estaremos praticamente classificados entre os oito. E temos que começar vencendo na estreia, começar bem e depois buscar pontos fora, para terminarmos bem na tabela”, completou.

Quem também falou em entrevista coletiva foi o volante Itaqui. O jogador acredita em dificuldades em jogos na Baixada, mas confia no potencial da equipe. “O Brasil hoje é um time muito visado. Desde a Série B do ano passado, muita equipes, até mesmo as grandes, vinham jogar aqui retrancadas. Temos que ter um repertório maior de jogadas, pois no Estadual a tendência é ocorrer algo semelhante. Mas acredito na nossa competência ofensiva para termos um bom aproveitamento em casa, que será vital na competição”.

Outro ponto que Itaqui comentou foi em relação aos jovens atletas que chegaram recentemente. “Em certos clubes, a maior exigência é a técnica. No nosso caso, a paixão do torcedor é o centro. Em campo, temos que representar isso com garra e vontade de jogar. Os garotos têm que assimilar isso o mais rápido possível para uma melhor adaptação”, finalizou.


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