Recuperação

Sobrevivente do acidente na BR-471 continua em estado gravíssimo em Rio Grande

Jonathan Ferreira da Silva, de 21 anos, passou por cirurgia, mas está em coma e respira por aparelhos; cubano Armando Sosa González, de 24, passou pelo procedimento no tórax e nas pernas e está consciente

03 de Janeiro de 2018 - 11h48 Corrigir A + A -

Um dos sobreviventes do acidente que matou sete pessoas na BR-471 na tarde da última segunda-feira (1º), em Santa Vitória do Palmar, continua em estado gravíssimo na Santa Casa de Rio Grande. Jonathan Ferreira da Silva, de 21 anos, passou por cirurgia na madrugada de terça e, de acordo com a assessoria do hospital, está na UTI, em coma e respirando por aparelhos.

O outro sobrevivente, o cubano Armando Sosa González, de 24 anos, passou por procedimento cirúrgico no tórax e nas pernas na noite desta terça. O estado é regular/estável. O jovem acordou da anestesia e está consciente.

Jonathan e Armando foram encaminhados à Santa Casa de Santa Vitória logo após o acidente, mas foram transferidos ainda na segunda para Rio Grande.

3e32d1cb-d69f-4f82-bf75-d2fdf9b30025Sete pessoas morreram no acidente na BR-471 no dia 1º de janeiro (Foto: Divulgação/PRF)

O acidente
Um Cobalt, táxi do aeroporto, colidiu frontalmente com o Fiesta com placas de Santa Vitória do Palmar. A força do impacto tirou um dos veículos da estrada. Sete pessoas morreram na hora.

O Cobalt se deslocava no sentido Porto Alegre/Chuí com cinco ocupantes - o motorista e quatro passageiros cubanos - e o Fiesta no sentido contrário com quatro. Uma pessoa de cada veículo sobreviveu, inclusive um dos cubanos.

O levantamento preliminar da equipe PRF, baseado nos vestígios encontrados no local, indicam que a colisão aconteceu na faixa de sentido Rio Grande/Santa Vitória do Palmar, onde se deslocava o táxi. Ainda não se sabe, no entanto, o que motivou a mudança de pista do Fiesta. A energia envolvida na interação entre os veículos sugere alta velocidade e as lesões encontradas em algumas vítimas apontam que havia ocupantes nos dois veículos que não usavam o cinto de segurança. O levantamento oficial acerca do ocorrido está a cargo do Instituto Geral de Perícia (IGP).


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