106º homicídio

Familiares afirmam que homem foi morto por engano no Navegantes

Crime ocorreu na última quarta-feira (27), na rua Direitos Humanos, no Navegantes III, em Pelotas

29 de Dezembro de 2017 - 16h22 Corrigir A + A -

Por: Giulliane Viêgas
giulliane.viegas@diariopopular.com.br

A Família de William Furtado, 28, morto a tiros na última quarta-feira, na rua Direitos Humanos, Navegantes III, em Pelotas, diz que o rapaz foi morto por engano.

De acordo com a irmã da vítima, Greice Furtado, a execução do rapaz nada tem a ver com execução ou queima de arquivo, conforme teria sido informado pela Polícia Civil. "Mataram ele por engano, confundiram ele com alguém. Meu irmão não tinha ligação com nada de ruim, ele era trabalhador", comentou. William foi assassinado a tiros na frente da esposa, grávida do quarto filho de Furtado. "Quero Justiça. Meu irmão era uma pessoa boa, ele foi morto por engano", afirma.

Na tarde quarta-feira, por volta da 18h, William Furtado foi executado no Passeio 2, da rua Direitos Humanos, no bairro Navegantes 3, sendo este o 106º crime contra a vida na cidade desde janeiro.

William teria sofrido uma emboscada e morreu com mais de dez tiros, provavelmente de pistola 9mm. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima foi abordada por cinco homens em um veículo escuro e que teriam se intitulado policiais. O bando teria mandado Furtado encostar na parede e levantar as mãos para cima, quando começou a execução.

Segundo o plantonista da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), delegado Gilnei da Rosa Albuquerque, os atiradores estavam com com coletes, mas não se sabe se eram balísticos.


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