Em pauta

Sindicatos se mobilizam nesta terça contra a Reforma

Ato unificado durante o Dia de Luta está marcado para as 17h no largo Edmar Fetter; algumas categorias devem paralisar

05 de Dezembro de 2017 - 08h30 Corrigir A + A -
Os professores estaduais, em greve desde o dia 5 de setembro, e os técnicos da UFPel, paralisados desde 10 de novembro, também participarão das atividades contra a Reforma da Previdência. (Infocenter DP)

Os professores estaduais, em greve desde o dia 5 de setembro, e os técnicos da UFPel, paralisados desde 10 de novembro, também participarão das atividades contra a Reforma da Previdência. (Infocenter DP)

A Reforma da Previdência deve entrar na pauta do Congresso Nacional nos próximos dias. Com isso, também entra na pauta de manifestações dos sindicatos de todo o país. Em Pelotas, trabalhadores de diversas categorias irão protestar nesta terça-feira (5) no largo Edmar Fetter, às 17h. Alguns setores irão paralisar as atividades.

As duas instituições de ensino federais da cidade, a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e o Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), deverão ficar sem aulas nesta terça. No IFSul, os dois campi (Pelotas e Visconde da Graça) e a Reitoria devem paralisar. Servidores do campus Camaquã do instituto devem vir à cidade para participar da manifestação.

Outras categorias também irão aderir ao chamado Dia de Luta, mas sem interromper suas atividades. É o caso dos municipários de Pelotas e dos bancários. Os professores estaduais, em greve desde o dia 5 de setembro, e os técnicos da UFPel, paralisados desde 10 de novembro, também participarão das atividades contra a Reforma da Previdência. Os ônibus devem circular normalmente.

Além do ato unificado no largo Edmar Fetter, os manifestantes irão protestar na Câmara de Vereadores às 9h desta terça. O motivo é o veto da prefeita Paula Mascarenhas (PSDB) ao projeto de lei da vereadora Zilda Bürkle (PSB), que inclui no Código do Meio Ambiente do Município a proibição de receber ou depositar qualquer espécie de resíduo sólido ou semissólido proveniente de outras cidades. Eles pedem que o projeto da vereadora seja aprovado.

Polêmica
Na última semana, a juíza federal Rosimayre Carvalho suspendeu a campanha promovida pelo governo para divulgar a Reforma da Previdência. Em seu entendimento, a propaganda reflete “um ponto de vista e conceito que, a despeito de nada informar, propaga ideia que compromete parcela significativa da população com a marca de ter privilégios”. Essa parcela, segundo a juíza, corresponde aos funcionários públicos.


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