Reforma

Mudanças trabalhistas, segundo os industriais

Segundo o vice-presidente da Fiergs, agora é o momento de os industriais discutirem capital e trabalho

29 de Novembro de 2017 - 15h50 Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

Casos. Advogada Ana Cristina Quevedo analisou questões específicas (Foto: Jô Folha - DP)

Casos. Advogada Ana Cristina Quevedo analisou questões específicas (Foto: Jô Folha - DP)

Quase 100 participantes prestigiaram o painel que o Centro das Indústrias de Pelotas (Cipel) realizou ontem, dentro de uma agenda de trabalho trazida pelo Conselho de Relações de Trabalho (Contrab) da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Segundo a advogada Ana Cristina Quevedo, muitas das mudanças da legislação trabalhista terão agora que ser vistas na prática.

Junto com o advogado Fábio Vieira, também do Contrab, Ana Cristina analisou casos específicos levantados pelos participantes e se colocou à disposição para esclarecer questões através do próprio Contrab. “O cenário atual é de muita atenção”, alertou a advogada. O Cipel encaminhará a todos os interessados o material que foi apresentado ontem, bastando que seja solicitado.

Segundo o vice-presidente da Fiergs, José Alfredo Knorr, agora é o momento de os industriais decidirem a melhor alternativa e discutirem capital e trabalho, a manutenção do emprego e o fortalecimento das relações entre patrões e empregados. “Precisamos fortalecer e demonstrar a todos que somos industriais e empreendedores, componentes do setor produtivo, os únicos capazes de gerar emprego e renda. O momento é de buscarmos entendimento”, disse o industrial.

Ao finalizar sua participação no painel, Ana Cristina relatou que no dia 10 de novembro, véspera da vigência das novas leis trabalhistas, houve um pico de ações ajuizadas, com o objetivo de assegurar as regras anteriores. “Na segunda-feira, houve uma queda substancial destas ações”, completou a advogada. A vigência da nova legislação coincidiu com o sábado.


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