Pausa

Obras no Calçadão vão parar no mês do Natal

Após a colocação das lajotas entre as ruas General Neto e 7 de Setembro, o trabalho para e deve retomar no começo de 2018

10 de Novembro de 2017 - 13h25 Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

Movimento. Os consumidores circulam hoje em meio às obras. (Foto: Jô Folha - DP)

Movimento. Os consumidores circulam hoje em meio às obras. (Foto: Jô Folha - DP)

Os lojistas já foram comunicados e se mostram satisfeitos com a interrupção das obras no Calçadão da Andrade Neves durante o período que antecederá o Natal. Assim que for concluída a colocação das lajotas da quadra entre as ruas General Neto e 7 de Setembro, o trabalho será paralisado, para ser retomado na próxima quadra no começo de 2018.

Para alguns comerciantes, a queda nas vendas durante as obras foi alta. O gerente Mário Farias calcula que ela alcançou 50%. A informação sobre a interrupção das obras foi muito bem aceita por Farias, que conta sobre a intenção de reforma na fachada da loja, depois do término das obras. Atualmente, a poeira também incomoda muito.

O Natal é a época do ano de maior movimento de vendas para o varejo, o que justifica, segundo a prefeitura de Pelotas, a iniciativa, reivindicada pelo Sindicato do Comércio Varejista (Sindilojas), pela Associação Comercial de Pelotas (ACP) e pela Câmara de Dirigenres (CDL) local.

Uma das reclamações de lojistas e consumidores é da falta de acabamento da primeira quadra das obras e desta em execução. Principalmente os turistas não veem com bons olhos os bancos quebrados, a falta de lixeiras e as grades soltas do escoamento pluvial. Este acabamento será feito apenas no término das obras de requalificação do Calçadão. “Não dá boa impressão para os turistas”, diz o gerente Carlos Danielowski.

Adianta o secretário de Planejamento e Gestão, Paulo Morales, em nota da prefeitura, que as escavações da quadra do Calçadão entre 7 de Setembro e Marechal não ocorrerão mais neste ano. Segundo a também gerente Karina Kunigami, as obras prejudicariam muito as vendas, a exemplo do que ouviu de colegas das quadras anteriores.

A aposentada Gilda Goulart, moradora no Centro, sabe bem os transtornos que obras trazem para os consumidores que circulam pelo local. “Eu acho ótimo parar. Hoje, traz muito transtorno para consumidores e lojistas”, diz Gilda. Na quadra em obras, o acabamento junto às lojas ocorrerá depois do fechamento dos estabelecimentos ou nos finais de semana, segundo Morales.


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